- A TKE vai usar biometano na fabricação de elevadores na unidade de Guaíba, no Rio Grande do Sul, conforme divulgação do Jornal do Comércio em 8 de junho de 2026.
- A mudança busca reduzir emissões e descarbonizar a produção, substituindo o gás natural por biometano renovável.
- A unidade gaúcha é polo de desenvolvimento da TKE no Brasil, fortalecendo práticas sustentáveis no setor de mobilidade urbana.
- O movimento acompanha a tendência ESG no mercado, com empresas buscando eficiência energética e melhoria de reputação.
- O texto ressalta ainda contextos de inovação em setores como data centers e uso de IA, refletindo um ambiente de negócios mais sustentável e tecnológico.
A TKE, fornecedora global de soluções para mobilidade urbana, passa a usar biometano na fabricação de elevadores na unidade de Guaíba, no Rio Grande do Sul. A iniciativa foi publicada pelo Jornal do Comércio em 8 de junho de 2026.
A adoção do biometano substitui parte do gás natural empregado nos processos industriais, com o objetivo de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. O gás é derivado da decomposição de matéria orgânica e oferece menor pegada de carbono.
A planta gaúcha da TKE figura como polo estratégico da empresa no Brasil. A mudança fortalece a descarbonização da cadeia produtiva e alinha as operações a práticas mais sustentáveis no setor de mobilidade urbana.
A decisão ocorre num momento de valorização de políticas ESG no ambiente corporativo brasileiro e global. Investidores tendem a responder positivamente a iniciativas que foquem eficiência energética e responsabilidade ambiental.
Ao mirar o biometano, a TKE acompanha tendências de inovação tecnológica em setores de alta demanda, como infraestrutura de dados e uso de inteligência artificial em outros ramos da economia. A transição energética é apresentada pela companhia como parte de seu core business.
A adoção reforça o compromisso da empresa com práticas industriais menos dependentes de combustíveis fósseis. Em Guaíba, a produção de elevadores passa a depender de energia renovável, contribuindo para metas de descarbonização setorial.
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