- O ministro da Fazenda, Dário Durigan, disse que o governo continuará aplicando medidas para conter o impacto da guerra entre Estados Unidos e Irã nos preços, especialmente no petróleo.
- As ações visam evitar repasses bruscos da volatilidade do petróleo para o bolso dos brasileiros, mantendo MPs e portarias que subsidiam combustíveis.
- Entre as medidas citadas estão subvenção na gasolina, extensão da subvenção no diesel e retirada de tributos do querosene de aviação.
- Durigan afirma que as medidas serão renovadas com cuidado para não se tornarem ações de difícil retomada no futuro.
- Enquanto durar o efeito da guerra, o governo continuará adotando medidas voltadas aos combustíveis para mitigar a inflação.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (9) que o governo continuará adotando medidas para conter o impacto da guerra entre Estados Unidos e Irã nos preços, sobretudo no setor de combustíveis, diante da alta do petróleo e da inflação em avaliação. A atuação busca reduzir a transmissão externa para o bolso dos brasileiros.
Durigan ressaltou que o objetivo central é mitigar o efeito no mercado de combustíveis, o principal componente da cesta de consumo, que vem sendo pressionado pela volatilidade do petróleo. Entre as ações citadas estão subsídios à gasolina, extensão do apoio ao diesel e a retirada de tributos do QAV, ou querosene de aviação.
Desde o agravamento das tensões geopolíticas, o governo tem editado Medidas Provisórias e portarias para evitar repasse brusco da volatilidade externa aos preços internos, mantendo flexibilização temporária para evitar choque inflacionário imediato.
O ministro destacou que as medidas serão renovadas com cuidado, para não se tornarem algo de difícil reversão, mas reiterou que, enquanto houver o efeito da guerra, as medidas de apoio aos combustíveis continuarão a ser adotadas.
Entre na conversa da comunidade