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Setor sucroenergético celebra possível aumento da mistura de etanol na gasolina

Possível aumento da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32% é discutido em Brasília, com impactos esperados na economia, sustentabilidade e emissões

Mário Campos, presidente da SIAMIG Bioenergia e da Bioenergia Brasil, elogiou proposta apresentada em reunião com Lula
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  • A reunião desta terça-feira, 9 de junho, na sede do Ministério de Minas e Energia discutiu aumentar a mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%.
  • O setor sucroenergético celebra a proposta, que visa ampliar a participação do etanol na matriz energética brasileira.
  • O presidente da SIAMIG Bioenergia, Mário Campos, afirmou que é um avanço e reforça a produção e a sustentabilidade do setor.
  • A medida ainda precisa de análises técnicas e regulatórias, mas já recebeu boa aceitação e pode entrar em vigor ainda neste ano.
  • A expectativa é reduzir a dependência de combustíveis fósseis, diminuir as emissões de gases de efeito estufa e estimular a produção de etanol de segunda geração.

O setor sucroenergético está comemorando a possível elevação da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%. A decisão depende de futuras análises técnicas e regulatórias, mas já recebe sinal positivo do setor.

A proposta foi discutida nesta terça-feira (9/6) em reunião na sede do Ministério de Minas e Energia, em Brasília. Participaram representantes do setor, do governo e de entidades ligadas ao tema.

Segundo Mário Campos, presidente da SIAMIG Bioenergia e da Bioenergia Brasil, o avanço é relevante para ampliar a participação do etanol na matriz energética brasileira. Ele destacou a oportunidade de fortalecer a produção e a sustentabilidade do setor.

Apesar de ainda precisar de parecer técnico, a proposta tem boa aceitação entre os representantes do setor. A expectativa é de que a mudança ocorra ainda neste ano, contribuindo para reduzir a dependência de combustíveis fósseis.

A medida pretende, ainda, favorecer o consumo de um combustível mais barato e ambientalmente mais eficiente. Também pode impulsionar a produção de etanol de segunda geração, que utiliza resíduos na geração de energia.

O governo vê a iniciativa como parte de um esforço maior de ampliar o uso de fontes renováveis e acelerar a transição energética no país. A avaliação final depende de etapas técnicas, regulatórias e de eventuais ajustes.

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