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Zilia Technologies recebe R$ 143,3 mi para ampliar produção de semicondutores

BNDES libera R$ 143,3 milhões para Zilia ampliar fábrica em Atibaia, com foco em memórias de alta performance e redução de importação

Fábrica da Zilia Technologies em Atibaia, em São Paulo
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  • A Zilia Technologies recebeu R$ 143,3 milhões do BNDES, via programa Mais Inovação, para ampliar a produção de semicondutores e investir em P&D.
  • O crédito será utilizado para a compra de equipamentos de produção, incluindo máquinas de testes, montagem, manipulação e medição, na fábrica de Atibaia, interior de São Paulo.
  • A produção atual é de cerca de 150 milhões de chips e 7 milhões de módulos por ano, atendendo smartphones, computadores, tablets, servidores e automóveis.
  • O plano também envolve ampliar a fabricação de memórias de alta performance para data centers e aplicações de inteligência artificial, reduzindo a dependência de componentes importados.
  • O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, diz que fabricar semicondutores no Brasil é estratégico para reduzir importações, aumentar a competitividade interna e qualificar a mão de obra.

A Zilia Technologies recebeu 143,3 milhões de reais do BNDES para ampliar a produção de semicondutores. O financiamento, dentro do programa Mais Inovação, será investido em pesquisa, desenvolvimento e expansão da fábrica de Atibaia, no interior de São Paulo. A empresa também atua em Manaus.

O projeto envolve a compra de equipamentos de produção, incluindo máquinas de testes, montagem, manipulação e medição. A atual capacidade da Zilia é de cerca de 150 milhões de chips e 7 milhões de módulos por ano, atendendo segmentos como smartphones, computadores, tablets, servidores e automóveis.

A empresa aponta planos para avançar na produção de memórias de alta performance voltadas a data centers e aplicações de inteligência artificial, com objetivo de reduzir a dependência de componentes importados. O BNDES destaca a iniciativa como estratégica para fortalecer a produção nacional, reduzir custos e aumentar a competitividade do mercado interno, além de ampliar a formação de mão de obra qualificada.

Benefícios e posicionamento

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que fabricar e desenvolver semicondutores no Brasil é um passo estratégico para a economia, fortalecendo a indústria local e a autonomia tecnológica. O financiamento, segundo o banco, deve estimular inovação e competitividade no setor.

Perspectivas para a região

Em Atibaia, a expansão deve impactar a cadeia de suprimentos regional, com maior investimento em infraestrutura e emprego especializado. A Zilia mantém operação adicional em Manaus, conectando a produção a diferentes necessidades de mercado e logística nacional.

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