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Restaurante pague o quanto quiser oferece comida gratuita conforme a consciência

Minneapolis adota o modelo PWYW (pay what you wish): metade dos clientes não paga, mas o negócio segue lucrativo com doações e voluntários

‘How much? That’s up to you, my friend.’ Photograph: Posed by models; MoMo Productions/Getty Images
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  • O café Post Modern Times, em Minneapolis, adotou o modelo “pay what you wish” em janeiro e passou de prejuízo a lucro.
  • Hoje entre quarenta e cinquenta por cento dos clientes não paga; os demais pagam valores variados.
  • O funcionamento depende de doações, com isenção de imposto sobre vendas, e funcionários que atuam como voluntários.
  • Outros exemplos incluem o Met, em Nova York, com PWYW para moradores e estudantes; Radiohead divulgou In Rainbows sob PWYW em 2007; Everlane tentou PWYW em 2015.
  • Em estudo sobre In Rainbows, sessenta e dois por cento não pagaram; o preço médio ficou em 2,26 dólares, ainda assim superior a vender a preço cheio via iTunes.

O restaurante Post Modern Times, em Minneapolis, mudou seu modelo de cobrança para “pay what you wish” (Pague o quanto puder). Desde janeiro, a casa deixou a lista de preços e passou a operar com doações. Parte dos clientes não paga, porém o negócio ainda apresenta lucro.

Segundo a gestão, entre 40% e 50% dos frequentadores optam por não pagar, enquanto os demais contribuem com valores variáveis. O modelo é mantido pela transparência de custos e pela confiança entre clientes e equipe.

Como funciona o PWYW

O estabelecimento funciona com base em doações e voluntariado. O staff trabalha sem salários, recebendo apenas gorjetas compartilhadas e doações da comunidade. A flexibilização de preços busca ampliar o público e a viabilidade financeira.

Exemplos e contexto

Museus como o Met, em Nova York, utilizam PWYW para moradores locais e estudantes. A varejista Everlane realizou experimentos similares em 2015. A banda Radiohead lançou o álbum In Rainbows com preço variável, obtendo benefício mesmo com pagamentos médios baixos.

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