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Damares expressa preocupação com contas do DF após empréstimo para BRB

Damares Alves questiona a capacidade fiscal do Distrito Federal diante empréstimo de até R$ 6,6 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos

Senadora pede que secretário de Economia seja convidado para detalhar números e projeções. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
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  • A senadora Damares Alves expressou preocupação com a capacidade do Governo do Distrito Federal de sustentar seu orçamento diante do empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos.
  • O acordo não envolve, em princípio, recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal, mas debates públicos questionaram os reflexos da operação sobre a situação fiscal do DF.
  • O Distrito Federal estava com nota C no índice de Capacidade de Pagamento e buscou ao STF uma forma de elevar a classificação para B, abrindo margem para a operação de crédito.
  • O empréstimo de R$ 6,6 bilhões será feito pelo FGC, com bancos garantidores prontos a cobrir possível calote e o DF oferecendo contragarantia com fatias do FPE e do FPM.
  • Damares pediu informações claras e técnicas sobre riscos e compromissos, propondo o convite ao secretário de Economia do Distrito Federal, Valdivino José de Oliveira, para detalhar números e projeções.

O Senado recebeu um requerimento da senadora Damares Alves (Republicanos) apontando preocupação com a capacidade do Governo do Distrito Federal de manter seu orçamento diante da possibilidade de contratar um empréstimo de até 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A senadora ressalta riscos para a sustentabilidade fiscal do DF.

Ações judiciais foram discutidas após o acordo homologado pelo STF. Embora o entendimento não envolva recursos diretos do Fundo Constitucional do DF, debates públicos levantaram dúvidas sobre impactos fiscais, capacidade de financiamento e equilíbrio orçamentário de médio e longo prazo do DF.

O caso envolve o governo distrital e o uso do FGC para sustentar o empréstimo. O STF, sob relatoria do ministro Luiz Fux, manteve posição de não garantia do Tesouro, mas autorizou apoio de um consórcio de bancos para cobrir o crédito. O DF oferece contragarantias com fatias do FPE e do FPM.

Contexto Fiscal e Garantias

Ficou definido que os 6,6 bilhões serão tomados junto ao FGC, com bancos atuando como retaguarda para eventual recebimento. Em contrapartida, a administração distrital precisa disponibilizar garantias por meio do FPE e FPM, ampliando o nível de responsabilidade do governo local.

Diante do cenário, Damares Alves solicitou que o Governo do Distrito Federal apresente informações claras e técnicas sobre riscos, obrigações e compromissos. O requerimento também prevê convidar o secretário de Economia do DF, Valdivino José de Oliveira, para detalhar números e projeções.

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