- O setor de serviços não apresenta trajetória clara de comportamento, segundo Rodrigo Lobo, gerente da Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE.
- O volume de serviços prestados subiu 1,2% em abril, compensando a queda de 1,1% em março.
- A leitura deveu-se ao efeito do ajuste sazonal aplicado aos serviços.
- Ao fim de abril, o setor ficou 0,3% abaixo do patamar recorde da PMS, o terceiro maior nível da série histórica.
- O recorde ocorreu em outubro de 2025, com setembro de 2025 também acima de abril.
O setor de serviços não apresenta uma trajetória clara de comportamento, segundo o IBGE. O gerente responsável pela PMS, Rodrigo Lobo, aponta que, apesar do avanço de 1,2% em abril, houve uma compensação da queda de 1,1% em março. O resultado mostra manutenção sem sinal definido de direção.
Lobo explica que o desempenho dos meses de março e abril foi influenciado pelo ajuste sazonal dos serviços. Ou seja, as variações não indicam, de forma conclusiva, uma tendência de alta ou de queda para o curto prazo.
Ao final de abril, o setor de serviços ficou 0,3% abaixo do patamar recorde da PMS, ainda entre os três maiores níveis da série histórica, inferior apenas ao pico de outubro de 2025 e a marca de setembro de 2025.
Contexto e números
O desempenho de abril se insere em um cenário de flutuações, com o volume de serviços no país ainda próximo de recordes. A PMS mede a atividade do setor e serve de referência para entender o comportamento da prestação de serviços na economia.
A PMS é divulgada pelo IBGE e acompanha mensalmente o desempenho do setor, com impactos setoriais na economia nacional. Os resultados de março e abril destacam a volatilidade comum em séries que dependem de fatores sazonais e macroeconômicos.
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