- Ibovespa caiu 0,13%, aos 171.268 pontos, às 11h03; o dólar comercial recuou 0,41%, para R$ 5,0741.
- IPCA de maio avançou 0,58% ante abril; em 12 meses, inflação ficou em 4,72% (acima da meta de 3%).
- Governo americano e Irã podem assinar acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, segundo fontes da Bloomberg News, com cúpula do G7 entre 15 e 17 de junho em Evian.
- Bolsas norte-americanas operavam em queda após abrir em alta, com a estreia da SpaceX na Nasdaq em foco; S&P 500 caía 0,4% e Nasdaq 100, 0,5%.
- O petróleo WTI caiu para cerca de US$ 86 o barril; derivativos apontavam potencial de valorização entre 30% e 50% antes da abertura da SpaceX.
O Ibovespa operava em leve queda nesta sexta-feira, 11, acompanhando a inflação de maio acima das estimativas, as negociações entre Estados Unidos e Irã e a expectativa em torno da estreia da SpaceX na Nasdaq. O maior índice da bolsa brasileira sinalizava queda ao redor da manhã, com o dólar recuando.
Às 11h03, o Ibovespa caía 0,13%, aos 171.268 pontos. O dólar comercial registrava baixa de 0,41%, cotado a 5,0741 reais. Mesmo com o avanço de setores, os agentes seguiram atentos aos impactos da inflação e a tensões geopolíticas.
Dados oficiais mostraram alta de 0,58% do IPCA de maio em relação a abril, acima da mediana de 0,53% prevista pelos analistas consultados pela Bloomberg. Em 12 meses, a inflação chegou a 4,72%, acima da meta de 3% e da margem de tolerância de 1,5 ponto.
No cenário externo, crescem as expectativas de um possível acordo entre EUA e Irã para reabrir o Estreito de Ormuz, mencionadas por fontes da Bloomberg News. A cúpula do G7, entre 15 e 17 de junho, ocorre em Evian, na França, com possível assinatura em Genebra, na Suíça, no domingo.
Pelo lado americano, as bolsas operavam em queda após abertura em alta, com o S&P 500 recuando 0,4% e o Nasdaq 100, 0,5% no radar. O petróleo WTI cedia cerca de 1,5%, negociado a US$ 86 o barril, refletindo a conjuntura geopolítica e energética global.
Antes da abertura da SpaceX na Nasdaq, os derivativos apontavam potencial de valorização entre 30% e 50%, alimentados pelo interesse de varejo. Analistas destacam o dilema entre enxergar o IPO como ápice de valorização e como marco de avaliação de empresas de crescimento. Divulgação: Bloomberg News.
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