- A produção de veículos no Brasil somou 1,1 milhão de unidades no primeiro semestre de 2026, alta de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025.
- Em maio foram fabricados 253,5 mil veículos, o melhor resultado mensal desde 2019.
- As exportações de veículos cresceram 15,2% no primeiro semestre, totalizando 124,2 mil unidades.
- O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, disse que o setor tem mostrado resiliência e adaptação às mudanças do mercado.
- A entidade espera continuidade do crescimento em 2026, com demanda interna e externa fortalecida e investimentos em inovação e sustentabilidade.
A produção de veículos no Brasil atingiu 1,1 milhão de unidades no primeiro semestre de 2026, alta de 7,1% frente ao mesmo período de 2025, segundo a Anfavea. O desempenho mostra recuperação do setor automotivo, que vinha apresentando retração durante a pandemia.
Em maio, foram fabricados 253,5 mil veículos no Brasil, o melhor resultado mensal desde 2019. O mês destacou-se pelo ritmo de produção, que contribuíu para o avanço acumulado do semestre.
A Anfavea afirma que o crescimento da produção também impactou as exportações, que avançaram 15,2% no primeiro semestre, atingindo 124,2 mil unidades. O incremento reflete demanda externa e ajustes da indústria.
Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, ressaltou a resiliência do setor diante das mudanças do mercado. A entidade aponta recuperação da produção e das exportações como sinais de melhoria sustentável.
Desempenho e perspectivas
O relatório reforça a expectativa de continuidade do crescimento em 2026, com suporte na recuperação da demanda interna e externa. Investimentos em inovação e sustentabilidade aparecem como foco estratégico do setor.
A indústria automotiva segue entre os principais pilares da economia brasileira, gerando empregos e contribuindo para o PIB. A continuidade da recuperação depende de fatores globais, câmbio e política ambiental, segundo analistas.
A Anfavea destaca que o setor trabalha para atender exigências de mercado, com plano de ampliar a eficiência e reduzir impactos ambientais, mantendo o dinamismo observado no primeiro semestre.
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