- Em maio, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi ajudada pela queda nos preços dos combustíveis, segundo o IBGE.
- O óleo diesel caiu 2,34% em maio, após altas de 13,90% em março e de 4,46% em abril.
- A gasolina recuou 1,46% em maio, após altas de 4,59% em março e de 1,86% em abril.
- O etanol teve queda de 6,20% em maio, superando as altas de 0,93% em março e 0,62% em abril.
- No conjunto, os preços dos combustíveis subiram 4,47% em março e 1,80% em abril, caindo 1,95% em maio, com a subvenção do governo e a maior oferta de etanol ajudando na redução.
Em maio, a inflação medida pelo IPCA desacelerou devido à queda nos preços de combustíveis, segundo o IBGE. O recuo ocorreu após dois meses de alta e envolveu gasolina, diesel e etanol.
O óleo diesel caiu 2,34% no mês, após altas de 13,90% em março e 4,46% em abril. A gasolina recuou 1,46% em maio, seguindo altas de 4,59% em março e 1,86% em abril. Já o etanol caiu 6,20% em maio, frente altas de 0,93% em março e 0,62% em abril.
No conjunto dos combustíveis, os preços subiram 4,47% em março, 1,80% em abril e recuaram 1,95% em maio.
Subvenção e oferta de etanol ajudam a segurar inflação
O gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, aponta que houve subvenção do governo nos combustíveis, contribuindo para a redução de preços observada na inflação. A medida ajudou a conter pressões externas de preços internacionais.
A maior disponibilidade de etanol no mercado também influenciou a trajetória de preços. A competição entre etanol e gasolina estimulou escolhas por etanol, quando o preço esteve mais baixo.
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