- A Salic, gestora saudita que detém 24% da Minerva, contratou uma consultoria independente para avaliar cenários.
- A empresa sinaliza resistência a uma Oferta Pública de Aquisição cogitada e busca defender o valor de sua fatia na bolsa.
- Os estudos sobre a OPA devem ficar prontos em agosto.
- A atuação dos sauditas aumenta a incerteza sobre um eventual fechamento de capital da Minerva.
A gestora saudita Salic, titular de 24% do frigorífico Minerva, intensificou a incerteza sobre um eventual fechamento de capital da companhia. A Salic contratou uma consultoria independente para avaliar cenários e posicionar-se contra a OPA (Oferta Pública de Aquisição) em estudo. O objetivo é defender o valor de sua fatia na empresa. Os trabalhos devem ficar prontos em agosto.
A ideia da Salic é entender impactos de diferentes rumos para a Minerva, incluindo a OPA cogitada pelo mercado. A atuação da consultoria busca embasar decisões estratégicas da financiadora sobre a participação no capital. As informações indicam um posicionamento firme contra a oferta.
Segundo fontes próximas ao tema, a Minerva continua sob monitoração de investidores e analistas para avaliar possíveis desdobramentos. A empresa não divulgou novos detalhes sobre a OPA nem sobre prazos além de agosto para a conclusão dos estudos contratados pela Salic.
Salic analisa alternativas à OPA
- Ações da Minerva permanecem sujeitas a movimentos do mercado e de reguladores.
- Investidores aguardam definidas diretrizes sobre governança e valor de mercado da companhia.
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