- O Bitcoin estava em cerca de US$ 67.200, alta de aproximadamente 4,5% nas últimas 24 horas, segundo a CoinGecko.
- A criptomoeda trava uma resistência próxima de US$ 68 mil, com o suporte estruturado em US$ 54 mil; os fluxos para ETFs (fundos de índice negociados em bolsa) de bitcoin seguem negativos, aponta a Bitfinex.
- A melhora vem acompanhado de cenário macro, com queda do petróleo, dólar mais fraco e queda nos rendimentos de títulos do Tesouro americano, após notícias sobre cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
- Analistas da Bitget ressaltam que o Bitcoin tende a acompanhar a recuperação dos mercados globais e se beneficia do reposicionamento de investidores que ficaram mais defensivos.
- O foco dos mercados é nas decisões de política monetária do Banco do Japão e do Federal Reserve nesta semana, com expectativa de manutenção de juros nos EUA e atenção a próximos passos da autoridade monetária.
O Bitcoin (BTC) operava em alta nesta segunda-feira, seguindo a tendência observada no fim de semana. Por volta das 13h, horários de Brasília, a criptomoeda principal era cotada em torno de US$ 67.200, alta de cerca de 4,5% nas últimas 24 horas, conforme a CoinGecko.
A recuperação ocorreu após o BTC defender o suporte próximo a US$ 59 mil, considerado crucial por analistas. A Bitfinex aponta que a elevação foi apoiada pela fraqueza da pressão vendedora, mas sem sinais consistentes de restauração da demanda. Fluxos para ETFs de bitcoin nos EUA permanecem negativos.
Apesar da melhora, a resistência relevante fica em torno de US$ 68 mil, enquanto US$ 54 mil continua como suporte estrutural do atual ciclo de mercado, segundo a leitura da casa. O ambiente macroeconômico favorece o otimismo, com menor atenção a riscos energéticos e queda do petróleo.
Acompanhamento de curto prazo
Investidores acompanham as próximas decisões de política monetária do BoJ e do Fed nesta semana. A expectativa é de manutenção de juros nos EUA, mas o mercado aguarda sinais sobre caminhos futuros da autoridade monetária. A queda de tensões geopolíticas reduz preocupações com energia e outros impactos macro.
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