- A 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo aprovou o processamento do pedido de recuperação judicial do Grupo Toky e de suas subsidiárias, proprietárias das lojas Tok&Stok e Mobly.
- A Toky informou dívida superior a R$ 1 bilhão ao entrar com a solicitação em maio, citando um ambiente macroeconômico desafiador para o varejo de móveis e decoração.
- Após protocolar a recuperação judicial, a Justiça paulista antecipou os efeitos da RJ, suspendendo cobranças e execuções judiciais das seis empresas do grupo por 60 dias.
- As lojas permanecem em funcionamento e, em tese, clientes não devem ser afetados no curto prazo, embora haja atrasos de entregas e dificuldades de reembolso já registradas.
- O grupo atua com as marcas Tok&Stok, Mobly e Guldi, possuindo 65 lojas (50 Tok&Stok e 15 Mobly) e presença em 21 estados e no Distrito Federal.
O grupo Toky, dono das lojas Tok&Stok e Mobly, teve a aprovação do processamento de recuperação judicial pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo. O pedido foi feito em maio, quando a empresa informou dívida superior a R$ 1 bilhão.
A recuperação envolve a própria Toky e suas subsidiárias. O objetivo declarado é resguardar a companhia, manter as atividades, preservar serviços e buscar uma solução para as obrigações, diante de um cenário macroeconômico desfavorável.
A Justiça já autorizou a efeito suspensivo da recuperação, o que interrompeu cobranças e execuções por 60 dias. As lojas seguem operando normalmente, com clientes alegando, contudo, atrasos em entregas, reembolsos pendentes e falhas no atendimento.
RAIO-X | Grupo Toky
Fundação: 1978. Sede: São Paulo. Funcionários: 1.800.
Marcas: Tok&Stok, Mobly e Guldi. Lojas: 65 (Tok&Stok 50; Mobly 15). Presença: 21 estados e DF (Tok&Stok); São Paulo (Mobly). Receita líquida: R$ 1,5 bilhão.
O conglomerado também é proprietário da loja Mobly, ampliando o portfólio de móveis sob a gestão do grupo. Fontes oficiais destacam que a recuperação judicial busca continuidade operacional e proteção de valor social, sem mudanças imediatas para o dia a dia dos clientes.
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