- Ibovespa subiu 1,49%, aos 173.680 pontos, às 11h19.
- Dólar comercial recuou 0,24%, a R$ 5,0458, às 11h19.
- Acordo provisório entre EUA e Irã visa reabrir o Estreito de Ormuz, com assinatura prevista para 19 de junho na Suíça.
- Mercados globais operaram em alta; o petróleo WTI caiu para cerca de US$ 80 por barril.
- O dólar perdeu valor ante as principais moedas; o Bitcoin superou US$ 66 mil.
O Ibovespa operava em alta na manhã desta segunda-feira, 11, com investidores repercutindo o acordo provisório entre EUA e Irã anunciado no fim de semana. Às 11h19, o principal índice da Bolsa brasileira avançava 1,49%, para 173.680 pontos. O dólar comercial caía 0,24%, para 5,0458 reais.
O anúncio ocorreu no domingo à noite, quando Washington e Teerã disseram ter chegado a um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, abrindo caminho para o fim de conflitos na região. Autoridades dos dois países devem se reunir na Suíça em 19 de junho para assinar formalmente o acordo.
Entretanto, a imprensa destacou que propostas do pacto ainda dependem de ajustes, pois Trump indicou que uma assinatura ocorreria no domingo, aniversário dele, com foco em remover minas do estreito. O mercado financeiro reagiu com perspectiva de maior apetite a risco.
No cenário externo, bolsas globais avançaram diante do aperto entre EUA e Irã e do recuo do petróleo. O S&P 500 registrou ganho próximo de 1,5%, com ações de tecnologia liderando as altas após um período de correção.
O petróleo Brent e o WTI recuaram, com o WTI próximo de US$ 80 por barril, reduzindo pressões inflacionárias. Rendimentos dos Treasuries recuaram conforme as expectativas de novos aumentos de juros pelo Federal Reserve diminuíram.
O mercado de câmbio seguiu a tendência, com o dólar em queda contra a maioria das principais moedas. Já o Bitcoin superou a marca de US$ 66 mil, acompanhando o movimento de maior apetite por risco.
— Com informações da Bloomberg News
Panorama internacional e impactos no mercado
A trajetória do Ibovespa hoje reflete a percepção de alívio geopolítico e o ambiente externo favorável aos ativos de maior risco, apesar de ainda haver dúvidas sobre a implementação completa do acordo e prazos para assinatura.
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