- Em 2026, agências de PR boutique cuidam de tudo, desde desfiles até estratégia para Substack.
- Elas vêm conquistando grandes contas de moda, deixando de lado incumbentes do setor.
- A consolidação do mercado força fundadores independentes a optar entre respaldo corporativo ou o custo da autonomia.
- Muitas agências buscam aquisições para acompanhar a demanda crescente.
- No caso da Hervé Léger, a contratação da designer Michelle Ochs, em 2023, apontou a necessidade de mais do que uma renovação criativa, segundo a executiva Melissa Lefere-Cobb.
Em 2026, agências de relações públicas boutique estão ganhando contas expressivas no setor de moda, substituindo grandes incumbentes. A tendência ocorre em meio a uma consolidação da indústria, que força fundadores independentes a escolher entre apoio corporativo ou custos crescentes de autonomia.
Especialistas apontam que as demandas cresceram, cobrindo desde desfiles até estratégias em plataformas como Substack. Como consequência, muitas agências buscam aquisições para manter o ritmo de crescimento e remuneração de equipes.
Quando Hervé Léger contratou a designer Michelle Ochs, em 2023, para renovar seus vestidos bandage para a geração TikTok, Melissa Lefere-Cobb, SVP e chefe da divisão da marca, percebeu que era necessária mais do que uma simples mudança criativa.
Mudança de cenário e impactos
A indústria registra uma pressão maior por resultados integrados de comunicação, com participação em eventos, moda, mídia social e conteúdo pago. Fontes apontam que esse escopo ampliado aumenta a complexidade operacional das agências.
O aumento da competição entre boutiques e grandes consultorias eleva o custo da autonomia para os fundadores. Enquanto alguns aceitam parcerias estratégicas, outros preferem manter o controle, mesmo diante de margens tensas.
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