- Estorno II: operação efetuada nesta quarta-feira (16) em Minas Gerais prende cinco suspeitos ligados a fraudes bancárias.
- Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima.
- Grupo flow: clonagem de cartões, invasão de contas digitais e uso fraudulento de linhas telefônicas, com sequestração de linhas para evitar contato com bancos.
- Investigações apontam uso de aplicativos de mensagens para coordenar as ações criminosas; denúncia de crimes financeiros é reforçada pela Polícia Civil.
- A operação continua, podendo haver novas prisões; a ação é continuidade de uma apuração iniciada em dois mil e vinte e um.
O Grupo criminoso investigado por clonagem de cartões, invasão de contas digitais e uso fraudulento de linhas telefônicas foi alvo da operação Estorno II, realizada nesta quarta-feira (16) em Minas Gerais. Cinco suspeitos foram presos e mandados de busca e apreensão cumpridos em Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima. A ação contou com o apoio do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e do Ministério Público Federal (MPF).
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), os investigados capturavam dados bancários, clonavam cartões de crédito e sequestravam linhas telefônicas para impedir que as vítimas recebessem ligações de bancos e instituições financeiras. As prisões foram efetuadas em distintas etapas e os mandados também incluíram prejuízos a instituições financeiras.
A investigação aponta que os criminosos utilizavam os dados obtidos para realizar compras e transferências bancárias fraudulentas, além de coordenar as ações por meio de aplicativos de mensagens para manter comunicação entre os integrantes do grupo. As apurações tiveram início em 2021.
Continuidade da investigação
A PCMG informou que o trabalho segue em andamento e que novas prisões podem ocorrer à medida que novas evidências sejam analisadas. Os suspeitos presos foram encaminhados a unidades prisionais, ficando à disposição da Justiça. A corporação reforçou a necessidade de a população denunciar crimes financeiros e alertou sobre sinais de fraude, como ligações, mensagens de texto ou e-mails solicitando dados pessoais ou bancários.
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