- Vendas do comércio varejista caíram 1,5% em abril de 2026 na comparação com março.
- Em relação a abril de 2025, houve alta de 1,0%; no acumulado de 2026, a alta é de 2,0% e, em 12 meses, o avanço é de 1,5%.
- Seis das oito atividades registraram queda de março para abril, com quedas mais expressivas em combustíveis e lubrificantes (-6,2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-4,6%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,5%).
- Houve crescimento em dois setores: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios e bebidas (+1,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (+1,1%).
- No comércio varejista ampliado, houve queda de 0,7% ante março, mas alta de 1,4% frente a abril de 2025; o acumulado de 2026 registra avanço de 1,8%.
O volume de vendas do comércio varejista brasileiro caiu 1,5% em abril de 2026 ante março, conforme o IBGE. A média móvel trimestral ficou estável no período encerrado em abril.
Apesar da retração mensal, o varejo mostra evolução positiva frente a abril de 2025: as vendas cresceram 1,0%. No acumulado de 2026, a alta é de 2,0%, e o avanço em 12 meses chegou a 1,5%.
Entre as oito atividades pesquisadas, seis tiveram queda de março para abril. As maiores quedas ocorreram em combustíveis e lubrificantes (-6,2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-4,6%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,5%).
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios e bebidas avançaram 1,3%, enquanto livros, jornais, revistas e papelaria subiram 1,1%.
Comércio varejista ampliado
No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, materiais de construção e atacado, houve queda de 0,7% em relação a março. Em comparação com abril de 2025, o indicador subiu 1,4%. O acumulado de 2026 registra alta de 1,8%.
Desempenho interanual por setor
Na análise anual, cinco das oito atividades registraram crescimento. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação avançou 6,5% frente a abril de 2025. Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria subiu 4,5%, marcando o 38º mês consecutivo de alta. Móveis e eletrodomésticos cresceram 2,6%.
Entre os setores com queda na comparação anual estão outros artigos de uso pessoal e doméstico (-3,0%) e tecidos, vestuário e calçados (-2,5%). Livro, jornais, revistas e papelaria manteve-se estável em relação a abril de 2025.
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