- O dólar opera estável frente ao real, em torno de R$ 5,091, às 9h15, subindo 0,01%.
- A sessão abriu com variação nula, mantendo baixa oscilação desde o início, diante das decisões de juros no Brasil e nos EUA.
- Ontem, o dólar avançou 0,39% frente ao real, após queda de 1,8% na semana anterior, mantendo queda de 4,33% no ano.
- A “superquarta” trará definições de juros no Brasil e nos Estados Unidos, com as decisões influenciadas pela inflação e pela atividade econômica diante da guerra no Oriente Médio.
- No Brasil, market vê corte de 0,25 ponto percentual na Selic para 14,25% ao ano; nos EUA, a expectativa é de manutenção da curva da taxa entre 3,5% e 3,75% ao ano, conforme previsão de 99,6% dos agentes.
O dólar se mantém estável frente ao real, com as atenções voltadas para as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. Às 9h15, a moeda norte-americana operava em alta de apenas 0,01%, sendo cotada a R$ 5,091.
A sessão começou com variação quase nula, marcada pela expectativa em torno das próximas definições de juros. Na véspera, o dólar avançou 0,39% frente ao real, após recuo de 1,8% na semana anterior. Apesar das oscilações, a moeda acumula queda de 4,33% no ano.
Políticas monetárias no radar
As decisões sobre as taxas básicas de juros ocorrem nesta quarta-feira à tarde, tanto no Brasil quanto nos EUA, em uma chamada de “Superquarta”. O contexto envolve incertezas sobre o impacto da guerra no Oriente Médio na inflação e na atividade econômica.
Analistas apontam para novo corte da Selic no Brasil. O mercado projeta redução de 0,25 ponto percentual pela terceira reunião consecutiva, indo de 14,5% para 14,25% ao ano. A decisão pode manter o ciclo de afrouxamento monetário em andamento.
Nos EUA, a expectativa é pela manutenção da taxa de referência. O Federal Reserve deve manter o intervalo de 3,5% a 3,75% ao ano, repetindo o que ocorreu nas três últimas reuniões. A probabilidade de manutenção chega a 99,6% segundo avaliações de mercado.
Entre na conversa da comunidade