- O professor Anderson Soares, da UFG, ressaltou no 7º Brasília Summit que a IA é uma janela histórica para ampliar produtividade e fortalecer a competitividade do Brasil.
- A defesa enfatizou que a criação de soluções em IA depende da conexão entre pesquisa acadêmica e demandas do setor privado.
- A UFG criou, em 2019, a primeira graduação em inteligência artificial de uma universidade brasileira e da América Latina.
- O Centro de Excelência em Inteligência Artificial já atua com 84 empresas brasileiras e tem tecnologias impactando milhões de pessoas no país.
- Soares citou exemplos como aplicações para plataformas digitais, seguros e serviços de entrega, destacando a parceria universidade-empresa como motor de inovação.
O professor e fundador do Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (UFG), Anderson Soares, argumentou que a IA representa uma oportunidade histórica para aumentar a produtividade, aproximar universidades e empresas e fortalecer a competitividade do Brasil. A fala ocorreu durante a abertura do 7º Brasília Summit, promovido hoje pelo Correio Braziliense e pelo Lide.
Soares ressaltou que a criação de soluções em IA depende da conexão entre pesquisa acadêmica e demandas do setor privado. A Universidade já antecipou essa necessidade ao criar, em 2019, a primeira graduação em inteligência artificial de uma universidade brasileira e da América Latina.
O professor destacou que o Centro de Excelência em Inteligência Artificial já atua com 84 empresas de diferentes portes e que as tecnologias desenvolvidas pelo grupo chegam a milhões de pessoas no país. Cerca de 70% da população utiliza alguma tecnologia em que o centro teve participação.
Entre os exemplos de atuação, ele citou aplicações para plataformas digitais, seguros e serviços de entrega, demonstrando como a parceria entre universidades e empresas pode gerar inovação e ampliar a capacidade competitiva das companhias nacionais.
Ao tratar dos impactos econômicos da IA, Soares comparou a tecnologia a demais revoluções industriais, apontando ganhos de produtividade históricamente associados a essas mudanças. Segundo ele, a IA oferece uma janela de oportunidade para fazer mais com menos.
Entre na conversa da comunidade