- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que receitas extras decorrentes da alta do petróleo, causada pela guerra entre Irã e Israel, foram socializadas para beneficiar a população, mantendo as metas fiscais.
- Segundo ele, a medida priorizou medidas de alívio, como redução de tributos sobre o gás de cozinha e ações para caminhoneiros.
- Durigan destacou que parte dos recursos foi destinada a reduzir o custo do gás de cozinha para evitar que famílias de baixa renda recorram a alternativas mais baratas.
- O governo também buscou preservar a atividade de caminhoneiros e evitar impactos maiores na logística e distribuição de mercadorias.
- O ministro apontou que o Brasil, em comparação ao cenário mundial, estaria em uma situação mais estável, mas reconheceu que ainda há desafios para reduzir desigualdades e organizar as contas públicas com justiça social.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou em 18 de junho de 2026 que o governo destinou receitas extras decorrentes da alta do petróleo causada pela guerra entre Irã e Israel a medidas de alívio para a população, sem descumprir a meta fiscal.
Em entrevista ao portal Metrópoles, Durigan disse que a escalada do conflito foi um dos principais desafios de seus primeiros meses na pasta. A elevação dos combustíveis pressionou o setor, mas os recursos extras foram direcionados a programas sociais.
Entre as ações, ele citou a redução do custo do gás de cozinha para evitar que famílias de baixa renda recorressem a opções mais baratas, como lenha ou carvão, e medidas para reduzir impactos no transporte rodoviário.
Durigan afirmou que o objetivo é socializar ganhos sem beneficiar a guerra e manter as metas fiscais. O ministro destacou que o Brasil, diante do cenário internacional, fica em posição relativamente melhor.
O ministro ainda ressaltou a necessidade de organização das contas públicas alinhada a políticas para a população vulnerável, reconhecendo a continuidade de desafios como a desigualdade e a concentração de renda.
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