- A Seleon expandiu para a equinocultura com uma central de coleta, processamento e conservação de sêmen equino no Brasil.
- A operação fica em Itatinga, interior de São Paulo, numa fazenda de duzentos e cinquenta hectares, sob a marca Seleon Equinos.
- O investimento acompanha o crescimento do setor, com o Brasil hoje como quarto maior mercado de equinos e aproximadamente cinco milhões de animais.
- A empresa busca habilitação para exportar material genético equino, mantendo a atuação como modelo de reprodução bovina.
- O diretor Bruno Grubisich destaca o Quarto de Milha como segmento importante, sendo o Brasil o segundo maior mercado mundial, e vê potencial para o país se tornar um hub de genética equina com o avanço de tecnologia e serviços.
A Seleon anuncia expansão para a equinocultura com a inauguração de uma central de genética no Brasil. A unidade fica em Itatinga, no interior de São Paulo, em uma fazenda de 250 hectares dedicada à coleta, processamento e conservação de sêmen equino.
A aposta mira o crescimento do setor no Brasil, que vem ganhando espaço na reprodução assistida e no melhoramento genético de cavalos. A empresa já atua na bovinocultura e traz para a equinocultura tecnologia e gestão reconhecidas.
Segundo o diretor Bruno Grubisich, o Brasil ocupa posição de destaque mundial no mercado de cavalos, com cerca de 5 milhões de animais. O país é o quarto maior mercado de equinos e demanda maior uso de tecnologia.
A nova unidade utiliza tecnologias semelhantes às aplicadas na reprodução bovina, com foco em qualidade, transparência e profissionalização. O objetivo é ampliar a infraestrutura de genética equina no país.
A iniciativa também envolve o potencial de exportação de material genético. A Seleon já busca habilitações para atuar no mercado externo, após autorização para operar internamente.
No cenário brasileiro, o Quarto de Milha é destaque global, com o Brasil sendo o segundo maior mercado, atrás dos Estados Unidos. A empresa observa demanda crescente por genética de alta qualidade.
Além da genética, Grubisich aponta crescimento em nutrição animal, centros de treinamento e serviços especializados, reforçando a profissionalização do setor de equinocultura no país.
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