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Fintech brasileira capta R$ 162 mi para expandir pagamentos na Ásia

Trace Finance levanta US$ 32 milhões para ampliar infraestrutura de pagamentos internacionais na Ásia, após processar mais de US$ 10 bilhões

Leone Parise, Bernardo Brites e Rafael Luz, fundadores da Trace Finance: empresa captou US$ 32 milhões para expandir sua infraestrutura de pagamentos internacionais para a Ásia e outros mercados emergentes (Trace Finance/Divulgação)
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  • Trace Finance levantou US$ 32 milhões em rodada Série A, liderada pela CoinFund, com participação de Coinbase Ventures, Haun Ventures, Valor Capital, Jump Capital, Paxos e HOF Capital.
  • A empresa já processou mais de US$ 10 bilhões em pagamentos transfronteiriços e projeta US$ 35 milhões de receita em 2026.
  • Fundada por brasileiros e com sede nos Estados Unidos, a Trace oferece infraestrutura para pagamentos internacionais, câmbio e conectividade bancária, atendendo empresas de tecnologia, fintechs, exchanges e pagamentos entre EUA, América Latina e mercados emergentes.
  • O capital será usado para ampliar a operação, ampliar a presença regulatória em novos mercados e acelerar a entrada na Ásia-Pacífico.
  • A estratégia inclui crescer junto a bancos internacionais e grandes players de pagamentos (Visa, Mastercard, Adyen, Stripe), além de desenvolver produtos de liquidação financeira e soluções em stablecoins, mantendo o foco na infraestrutura para clientes institucionais.

A Trace Finance anunciou uma rodada Série A de US$ 32 milhões (cerca de R$ 162 milhões na cotação atual), liderada pela CoinFund. Participaram Coinbase Ventures, Haun Ventures, Valor Capital, Jump Capital, Paxos e HOF Capital. A captação mira ampliar pagamentos internacionais.

A fintech brasileira, fundada por Leone Parise, Bernardo Brites e Rafael Luz, atua com infraestrutura financeira para câmbio, pagamentos transfronteiriços e conectividade bancária. Sediada nos Estados Unidos, atende startups, fintechs, exchanges e grandes operadoras de pagamento entre EUA, América Latina e mercados emergentes.

A empresa já processou mais de US$ 10 bilhões em transações internacionais. A projeção é chegar a US$ 35 milhões de receita em 2026, com crescimento impulsionado pela expansão da infraestrutura para novos mercados. O aporte reforça o plano de escalar operações.

A rodada será revertida para ampliar a capacidade operacional e ganhar presença regulatória em novos territórios, com foco na região da Ásia-Pacífico. A estratégia inclui a expansão de equipes para atender bancos internacionais e grandes provedores globais de pagamento.

A origem da Trace remonta a experiências dos fundadores com criptoativos. Brites atuou no mercado de ativos digitais desde 2017, e Luz, que hoje é COO, participou da criação da Lasting Capital, intermediando bilhões entre clientes brasileiros e corretoras estrangeiras. Parise, CTO, integrou equipes da TrustWallet e da Binance.

A ideia inicial incluía apoiar startups no câmbio para importação e exportação. Ao conhecer a The Coffee, rede de cafeterias, a Trace prestou serviços de importação e, posteriormente, ajudou a captar recursos da rodada Série A da The Coffee, liderada por Monashees.

Para a expansão, a Trace planeja ampliar a presença geográfica além das Américas, com ênfase na Ásia-Pacífico, além de atrair clientes de maior porte. A empresa busca contratar executivos com passagem por grandes bancos, como Citibank e JPMorgan, para acelerar vendas a instituições financeiras globais.

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