- Caiado, pré-candidato do PSD, disse que encaminhará as reformas ao Congresso no dia da posse, em 5 de janeiro.
- Criticou a taxa de juros, afirmando que, no patamar atual, o Brasil não é competitivo.
- Ressaltou o Custo Brasil, endividamento público alto e insegurança jurídica como entraves a investimentos e à indústria.
- Apontou aumento da carga regulatória e da burocracia como fatores que elevam custos, pedindo segurança jurídica e previsibilidade.
- Em Brasília, durante evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), recebeu o documento Construindo o Brasil 2050; Ricardo Alban destacou reformas e um ambiente de negócios estável.
O pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou em Brasília que, se eleito, encaminhará ao Congresso as reformas que o país necessita no dia da posse. O anúncio foi feito durante evento com empresários, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Caiado criticou a taxa de juros atual e disse que o Brasil não consegue ser competitivo nesse patamar. Segundo ele, altas taxas encarecem a atividade econômica e freiam o investimento produtivo, agravando o cenário de custo Brasil.
O político também destacou o que chamou de custo regulatório e insegurança jurídica, apontando endividamento público e burocracia como entraves à competitividade. Ao final do encontro, recebeu o documento Construindo o Brasil 2050, com propostas setoriais.
O presidente da CNI, Ricardo Albano, ressaltou reformas para a modernização do setor elétrico, equilíbrio da matriz de transportes e conclusão de obras paradas. Também defendeu regulação independente e ambiente estável para atrair investimentos.
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