- A avaliação negativa na área econômica chega a cinquenta e um por cento para o controle e corte de gastos públicos, e quarenta e nove por cento para o combate à inflação.
- Na segurança pública, a avaliação negativa é de quarenta e sete por cento.
- A educação é a área mais bem avaliada entre as principais, com trinta e cinco por cento considerando ótima ou boa, frente a quarenta e oito por cento que classificam como ruim ou péssima.
- O combate à fome e à pobreza tem trinta e três por cento de aprovação ótima ou boa e quarenta e um por cento de ruim ou péssima.
- A pesquisa Ipsos/Ipec ouviu dois mil eleitores em cento e trinta municípios, entre treze e dezessete de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais e confiança de noventa e cinco por cento.
O Ipsos/Ipec divulgou nesta segunda-feira, 22, uma pesquisa sobre a avaliação do governo Lula. O estudo aponta que as áreas econômica e de segurança concentram os piores índices de aprovação, com avaliação negativa predominante.
Na economia, o controle de gastos públicos recebeu 51% de avaliação ruim ou péssima. O combate à inflação teve 49% de reprovação. Na segurança pública, o índice negativo ficou em 47%.
A análise aponta que o governo busca reduzir esse desgaste com medidas públicas. Entre as ações, o Novo Desenrola Brasil renegocia dívidas de famílias, estudantes e pequenos empresários.
No campo da segurança, o pacote Brasil Contra o Crime Organizado prevê 11,1 bilhões de reais em investimentos para enfrentar facções e outras ações. O objetivo é reduzir a violência e organizar políticas públicas.
Em relação à rodada anterior, de março, houve estabilidade nos pontos críticos. Controle de gastos permaneceu com 51% de ruim, inflação com 49%, e segurança com 47%.
A educação aparece como a área mais bem avaliada, embora ainda com maioria de reprovações: 35% a favor e 38% contra. Combate à fome e à pobreza tem 33% de ótimo/bom e 41% de ruim/péssimo.
O combate ao desemprego registra 32% de avaliação positiva e 40% negativa. No conjunto, a gestão Lula é vista como ótima/bom por 32% dos entrevistados, ante 33% em março.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. A Ipsos/Ipec entrevistou 2.000 eleitores em 130 municípios entre 13 e 17 de junho.
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