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J.P. Morgan eleva recomendação de BTG para compra e projeta alta de 35%

J. P. Morgan eleva recomendação das units do BTG Pactual para compra e projeta alta de até 35% no cenário de 2027, com lucros resilientes e maior participação de mercado

Sede do BTG — Foto: Divulgação
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  • O J.P. Morgan subiu a recomendação das units do BTG Pactual (BPAC11) de neutra para compra, com alvo de R$ 61 para dezembro de 2026 e R$ 66 para dezembro de 2027, apontando potencial de alta de cerca de 35%.
  • As units operavam perto de R$ 52,32 por volta das 15h45, incremento de aproximadamente 3,30%, enquanto o Ibovespa avançava.
  • A casa elevou a avaliação ante um ganho de participação de mercado contínuo e a possibilidade de crescimento de lucros resiliente mesmo em cenário macro mais desafiador.
  • A avaliação indica que o BTG negocia a 8,3 vezes o lucro estimado para 2027 e a 2,3 vezes o valor patrimonial projetado para 2026, com retorno sobre patrimônio estimado entre 25% e 26%.
  • O banco ressalta a ampliação de participação do BTG em áreas como banco de investimento, corretagem e crédito corporativo, sugerindo maior resiliência de receitas, além do BTG ter ganhado participação nos lucros do sistema bancário brasileiro de 2,4% em 2019 para 8,3% no primeiro trimestre de 2026.

O J.P. Morgan elevou a recomendação para as units do BTG Pactual (BPAC11) de neutra para compra, citando ganhos contínuos de participação de mercado e a capacidade de sustentar o crescimento de lucros em um cenário macro mais desafiador. O preço-alvo subiu de R$ 61 para R$ 66 por unit, para dezembro de 2027, implicando alta de cerca de 35%.

Por volta das 15h45, as units do BTG Pactual operavam em alta de 3,3%, a R$ 52,32, com o Ibovespa avançando 1,32% aos 170.548 pontos. O JPMorgan avaliou que as ações negociam a 8,3 vezes o lucro estimado para 2027 e a 2,3 vezes o valor patrimonial projetado para 2026.

A instituição de investimento aponta perspectiva de crescimento anual composto de aproximadamente 20% no EPS entre 2025 e 2027, fortalecendo a avaliação de a empresa manter qualidade e liquidez superiores. O ROE projetado fica entre 25% e 26%.

O relatório cita a ampliação de participação da BTG em áreas como banco de investimento, corretagem e crédito corporativo como fator de resiliência da receita, mesmo em ciclos econômicos mais fracos. O estudo também destaca a evolução da participação do BTG nos lucros do sistema bancário brasileiro, de 2,4% em 2019 para 8,3% no 1º trimestre de 2026.

Segundo o J.P. Morgan, a combinação de gestão de recursos, fortunas e crédito corporativo fortalece a posição do BTG. A empresa é apresentada como a principal escolha do banco entre os players do mercado de capitais no Brasil. A instituição manteve a recomendação overweight para a XP, com base no potencial de valorização em cenário de queda de juros no país.

A notícia reforça o viés positivo do mercado para o BTG Pactual, com ganhos de participação de mercado e melhoria de métricas de lucratividade consideradas sustentáveis diante de um ambiente macroeconômico desafiador. As informações foram apresentadas pelo J.P. Morgan com dados de 2025 a 2027.

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