- Petrobras assinou protocolo de intenções com o BNDES para atuação em pesquisa, desenvolvimento e inovação ligada a minerais críticos e estratégicos.
- O acordo prevê troca de informações e análises sobre lacunas de capacidade produtiva ou tecnológica, além de projetos em execução ou em desenvolvimento.
- A assinatura ocorreu durante o aniversário de 74 anos do BNDES, com a participação do presidente Lula, do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e da presidente da Petrobras, Magda Chambriard.
- O protocolo também contempla novas iniciativas voltadas às cadeias de transição energética e de óleo e gás, com possibilidade de extensão da parceria à Vale para estudo de minerais críticos.
- O Brasil ocupa posições relevantes em minerais: terceira maior produção de alumina, quarta maior reserva de estanho, segunda maior reserva de grafite natural, entre os cinco maiores produtores de lítio, quarta maior reserva de manganês e terceira maior reserva de níquel.
Ota Petrobras assinou nesta segunda-feira um protocolo de intenções voltado a pesquisa, desenvolvimento e inovação em minerais críticos e estratégicos. O acordo envolve troca de informações e análises sobre lacunas de capacidade produtiva e tecnológica, além de projetos em andamento.
A assinatura ocorreu durante as comemorações do aniversário de 74 anos do BNDES, em evento com a presença do presidente Lula, de Aloizio Mercadante e de Magda Chambriard, presidente da Petrobras. A participação de ambos reforçou o caráter estratégico da parceria.
Acordo define que o Cenpes, unidade de pesquisa e desenvolvimento da Petrobras, ficará responsável pela integração das atividades, com a possibilidade de ampliar a cooperação ao longo do tempo. Houve menção a futuras parcerias com outras empresas do setor.
Mercadante informou que a parceria pode incluir a Vale, para estudar minerais críticos. A ideia é ampliar a geração de valor no Brasil por meio das cadeias de transição energética, óleo e gás, e de minerais estratégicos.
O protocolo não detalha prazos, metas ou linhas de financiamento, mas sinaliza etapas de construção de capacidades produtivas e tecnológicas nacionais. O foco é mapear demandas e oportunidades no setor.
O Brasil aparece em posição relevante no cenário global de minerais críticos, com destaque para alumina, estanho, grafite natural, lítio, manganês e níquel. O país busca ampliar sua participação em cadeias produtivas estratégicas.
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