- Santander definiu meta de alcançar € 1 bilhão em iniciativas de inteligência artificial entre 2026 e 2028, com reduções de despesas e novas receitas.
- O Brasil representa entre quinze e vinte por cento do conglomerado, devendo contribuir de forma proporcional.
- Eduardo Álvarez assumiu o cargo de vice-presidente de dados e IA (CDAIO) há pouco mais de um ano.
- A unidade brasileira já soma mais de quatrocentos projetos envolvendo IA.
- A estratégia faz parte de uma aceleração global da IA no grupo.
O Santander apresentou uma meta global para alcançar 1 bilhão de euros em iniciativas de inteligência artificial entre 2026 e 2028. O objetivo envolve reduções de despesas e novas fontes de receita, com uma estratégia integrada em todas as unidades do grupo.
No Brasil, a participação do banco no conglomerado tem variado entre 15% e 20% nos últimos anos, o que implica contribuir de forma proporcional para os resultados globais. O foco é ampliar o uso de IA para ganhar escala e eficiência.
Há pouco mais de um ano, Eduardo Álvarez assumiu o cargo de vice-presidente de dados e IA (CDAIO) no Santander. A unidade brasileira já consolidou mais de 400 projetos com IA, segundo informações da empresa.
A atuação do Santander no Brasil faz parte de uma estratégia global de acelerar a adoção de IA, com mapeamento contínuo de projetos e investimento em capacidades de dados para sustentar o crescimento e a geração de valor no grupo.
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