- A partir de janeiro, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 5% deixou de incidir para aportes no VGBL até 300 mil reais por ano e passou a valer para valores acima de 600 mil reais no total de cada participante no mercado.
- O ritmo de resgates nos primeiros meses de 2026 recuou, após forte encolhimento da captação no segundo semestre de 2025.
- A estimativa de especialistas é de que o investidor entende que o dinheiro é para longo prazo e que resgatar tem penalidade para voltar, embora haja impacto negativo ao setor.
- O aumento da poupança aparece associado ao endividamento alto e a incertezas econômicas, levando as pessoas a ficarem mais conservadoras nos investimentos.
Após o IOF, a previdência aberta registra queda no ritmo de resgates nos primeiros meses de 2026. A mudança tributária afeta aportes em VGBL e coincide com forte recuo na captação no fim de 2025, indicando ajuste dos investidores.
A cobrança do IOF mudou em janeiro: a alíquota de 5% não incide sobre aportes anuais de até 300 mil, independentemente da seguradora. Passa a vigorar para totais acima de 600 mil por participante, no mercado.
Analistas ouvidos veem impactos distintos. Uma executiva comenta que o investidor passa a enxergar o dinheiro como longo prazo, com penalidades para resgates. Ainda assim, o setor classifica o efeito como prejudicial.
Outra visão aponta aumento da poupança entre os clientes, motivado por endividamento alto e incertezas macro. O cenário inclui guerras, sinais de juros menos estáveis e volatilidade que reduz gastos.
Impacto no resgate e perspectivas
O recuo nos resgates é observado de forma geral, sem confirmação de números oficiais. Executivos apontam que a cautela tende a permanecer enquanto persistirem as incertezas econômicas. O acompanhamento continuará nos próximos meses.
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