- Pesquisadores do Datafolha entrevistaram 2.004 pessoas entre 17 e 18 de junho sobre a economia brasileira.
- 36% acreditam que a economia vai melhorar nos próximos meses, alta em relação aos 30% verificados em março.
- O grupo de pessimistas caiu de 35% para 26%, enquanto 32% dizem que o cenário deve permanecer igual.
- O economista Roberto Troster aponta a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e o baixo desemprego como justificativas para o otimismo.
- Ele alerta que esse sentimento pode não ser estável e tende a se autoalimentar, levando a maior consumo.
O Datafolha divulgou uma pesquisa com 2.004 pessoas, realizadas entre 17 e 18 de junho, para medir a percepção sobre a economia. O levantamento aponta que 36% dos entrevistados acreditam que a economia vai melhorar nos próximos meses, diante de 30% registrado em março.
Os dados também mostram um recuo dos pessimistas, de 35% para 26%, enquanto 32% avaliam que o cenário deve permanecer como está. O resultado evidencia o aumento do otimismo entre a população, apesar de a tendência não indicar estabilidade.
Durante o Conexão Record News de 23 de junho, o economista Roberto Troster explicou que a isenção do imposto de renda para quem ganha até cinco mil reais e o baixo desemprego contribuem para o ânimo atual. Ele ressalta que esses fatores ajudam a elevar a confiança.
Entretanto, Troster advertiu que o clima positivo pode ser passageiro. Segundo ele, o otimismo tende a se autoalimentar, levando ao maior consumo quando a sensação é favorável, e a queda do consumo em períodos de incerteza.
A matéria acompanha análises do cenário econômico brasileiro e também traz informações de fontes oficiais, com base nos conteúdos produzidos pela Record News. O objetivo é apresentar dados recentes de forma objetiva e clara.
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