Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Executivo brasileiro amplia uso de pagamentos com stablecoins

Executivo brasileiro impulsiona pagamentos cross-border B2B com stablecoins, conectando Brasil e Ásia diante de US$ 226 bilhões em 2025

Géro Bonini / Tudo Para Brasileiros / DINO
0:00
Carregando...
0:00
  • O executivo brasileiro Vitor Aguiar, CRO da Reap no Brasil, atua para ampliar pagamentos cross-border B2B entre América Latina e Ásia.
  • A Reap é uma empresa de infraestrutura financeira com operações voltadas a pagamentos internacionais entre empresas, com atuação mais significativa na Ásia.
  • Aguiar afirma que o corredor Brasil-Ásia ainda é ineficiente; stablecoins permitem liquidar pagamentos em minutos ou segundos, com rastreabilidade e menor custo marginal.
  • Relatório da McKinsey em parceria com Artemis Analytics (fev de 2026) aponta US$ 226 bilhões em pagamentos B2B com stablecoins em 2025, com a Ásia respondendo por cerca de 60% desse volume (cerca de US$ 245 bilhões).
  • O mercado global de pagamentos cross-border B2B deve crescer de US$ 31,6 trilhões em 2024 para US$ 50 trilhões até 2032, com a América Latina respondendo por aproximadamente 7% do mercado em 2024.

O executivo brasileiro Vitor Aguiar atua como Chief Revenue Officer (CRO) da Reap no Brasil, empresa de infraestrutura financeira fundada na Ásia. A companhia trabalha com pagamentos internacionais entre empresas, com foco em soluções cross-border B2B.

A mobilização ocorre em meio ao crescimento do comércio entre a América Latina e a Ásia. A atuação de Aguiar visa ampliar a adoção de pagamentos baseados em ativos digitais, especialmente entre empresas latino-americanas e fornecedores asiáticos.

Perfil e atuação de Vitor Aguiar

Com quase uma década no setor financeiro, ele já passou pelo BTG Pactual e cofundou a fintech Atisbank. Na Reap, concentra-se em desenvolver operações de fluxo de pagamentos internacionais entre empresas, priorizando o corredor Brasil-Ásia.

Aguiar afirma que o mercado Brasil-Ásia ainda enfrenta ineficiências. Segundo ele, importadores enfrentam liquidações demoradas, custos de câmbio elevados e margens comprimidas por intermediários. Stablecoins, diz, podem reduzir esse atrito.

Panorama do mercado de pagamentos internacionais

Relatório conjunto da McKinsey e Artemis Analytics, publicado em 2026, aponta que o volume real de pagamentos B2B com stablecoins foi de US$ 226 bilhões em 2025, aumento de 733% frente a 2024. A Ásia respondia por cerca de 60% desse volume, equivalente a US$ 245 bilhões.

O documento destaca o crescimento do sistema interbancário chinês de pagamentos internacionais (CIPS), que registrou alta de 43% no volume de transações em 2024, atingindo US$ 24,45 trilhões. A indústria global de pagamentos cross-border B2B deve avançar de US$ 31,6 trilhões em 2024 para US$ 50 trilhões até 2032, segundo dados da Convera.

Na região, a América Latina respondia por aproximadamente 7% do mercado global de pagamentos internacionais em 2024. Brasil, México e Colômbia aparecem entre os principais mercados na adoção de soluções digitais para transações internacionais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais