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Ibovespa fecha acima de 171 mil pontos com suporte de Petrobras e bancos

Ibovespa fecha em novo recorde de fechamento acima de 171 mil pontos, com apoio de Petrobras e bancos, enquanto mineração puxa queda e dólar avança

Ibovespa / Foto: Canva
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  • O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, aos 171.258,87 pontos, atingindo a máxima histórica de fechamento; a sessão chegou a 171.720,29 pontos na máxima do dia e 168.495,19 na mínima, com volume de R$ 21,80 bilhões.
  • Mineração e siderurgia fizeram o índice recuar, com Vale caindo 1,73%; Usiminas caindo 4,10%; Gerdau (-1,10%); CSN (-0,56%) e Metalúrgica Gerdau (-0,31%).
  • Petrobras e o setor bancário ficaram entre os destaques de sustentação, ajudando a compensar as perdas de commodities; Santander registrou queda de 0,41%.
  • Varejo alimentar mostrou força, com Assaí subindo 3,90%; Pão de Açúcar avançando 2,47%; Grupo Mateus ganhando 1,06%.
  • O dólar comercial fechou a 5,187 reais, com o índice DXY em 101,38 pontos; a ata do Copom gerou volatilidade na curva de juros; nos EUA, Dow caiu 0,08%, S&P 500 caiu 1,44% e Nasdaq caiu 2,22%.

O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, aos 171.258,87 pontos, superando a máxima de fechamento histórica. O dia teve alta moderada, com máxima de 171.720,29 pontos e mínima de 168.495,19 pontos. O volume somou R$ 21,80 bilhões.

Mercado local permaneceu misto, com impulso de Petrobras e bancos contrabalançado por fraqueza de commodities. O dólar subiu e o ambiente externo favoreceu uma visão mais cautelosa entre investidores globais.

Desempenho setorial

O setor de mineração e siderurgia pressionou o índice, com Vale caindo 1,73%, e Usiminas recuando 4,10%. Gerdau e CSN tiveram quedas mais moderadas, ruindo em torno de 0,3% a 1,1%.

Contribuições positivas

Petrobras manteve a trajetória positiva ao longo do pregão, mesmo com queda do petróleo no mercado externo. Entre os bancos, o tom foi majoritariamente de alta, com o Santander em baixa de 0,41% destacando-se entre as perdas.

As ações de varejo alimentar também ajudaram, com Assaí subindo 3,90%, Pão de Açúcar avançando 2,47% e Grupo Mateus ganhando 1,06%, fortalecendo o setor entre os destaques.

Destaques do pregão

Entre as altas, Marfrig subiu 8,44% e Vivara 4,69%. Assaí ficou em 4,03%, Rumo 3,69% e AXIA 2,57%. Do lado oposto, Magazine Luiza perdeu 4,72%, seguido por Hapvida com 3,02% e Cogna com 2,55%.

Movimentação cambial e juros

No câmbio, o dólar comercial avançou 0,88%, a R$ 5,187, com o dólar index (DXY) em alta de 0,36%, a 101,38 pontos. O Copom também influenciou a curva de juros, com a ata sendo interpretada como ambígua e elevando a volatilidade.

Perspectiva externa

Nos EUA, os índices fecharam em queda: Dow Jones -0,08%, S&P 500 -1,44% e Nasdaq -2,22%, pressionados por realização em tech e chips. Na Ásia, a sessão foi marcada por forte aversão ao risco, com quedas expressivas em algumas bolsas.

Commodities e cenário regional

O petróleo recuou no exterior, com WTI a US$ 73,21 e Brent a US$ 77,08, contribuindo para um tom de cautela em ativos ligados a energia. Na América Latina, o PIB da Argentina veio acima do esperado, com alta de 2,3% no 1º trimestre de 2026.

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