- A indústria de fundos alemã deu apoio aos planos do chanceler Friedrich Merz para reformar o sistema de aposentadoria.
- A proposta prevê uma contribuição suplementar à aposentadoria, em fase de implementação, equivalente a 2% da folha de pagamento bruta.
- Merz afirmou que a medida destinará, no mínimo, € 30 bilhões ($ 34 bilhões) por ano para os mercados financeiros.
- A iniciativa envolve que os trabalhadores apliquem parte de sua renda em mercados de capitais.
O governo alemão recebe apoio do setor de fundos para uma proposta de reforma do sistema de aposentadorias. A ideia é exigir que os trabalhadores invistam parte de sua renda em mercados de capitais, conforme apresentado pelo chanceler Friedrich Merz.
Merz confirmou, nesta terça-feira, o avanço de uma proposta para criar uma contribuição complementar de aposentadoria progressiva, equivalente a 2% dos salários brutos. A medida seria implementada de forma gradual.
O setor de fundos da Alemanha avaliou positivamente a iniciativa, indicando que a reforma pode favorecer a alocação de longos recursos no mercado financeiro. Merz afirmou que a proposta terá como foco ampliar o retorno para o sistema previdenciário público.
A medida busca estimular investimentos privados, com o objetivo de fortalecer o financiamento de aposentadorias futuras. Não houve, até o momento, detalhamento de cronogramas específicos ou de impactos adicionais sobre trabalhadores de diferentes faixas salariais.
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