- A Cedae informou, em comunicado ao mercado, na quarta-feira (24), que concluiu o resgate integral dos recursos aplicados no Digimais.
- Em 11 de junho, a Cedae já havia feito o resgate parcial de cerca de R$ 23,1 milhões; o saldo remanescente de R$ 17.362.300,39 foi resgatado, totalizando o resgate integral.
- A operação da Polícia Federal para investigar suspeitas de crimes contra o sistema financeiro envolvendo o Digimais foi deflagrada na terça-feira (23).
- A aplicação no Digimais ocorreu antes da aprovação da nova política de aplicações financeiras da Cedae pelo conselho de administração em 19 de maio de 2026.
- No balanço de 2025, a Cedae reconheceu perda de R$ 222,75 milhões com aplicações no Banco Master, também alvo da PF em investigação.
A Cedae, a concessionária estadual do Rio de Janeiro, informou ao mercado nesta quarta-feira (24) que resgatou integralmente os recursos aplicados no Digimais. A instituição afirmou que o saldo total foi quitado, após resgate parcial anterior.
A Polícia Federal deflagrou, na terça-feira (23), uma operação para investigar suspeitas de crimes contra o sistema financeiro envolvendo o banco Digimais, ligado ao bispo Edir Macedo. A investigação é parte de apurações em andamento.
Em 11 de junho, a Cedae já havia realizado o resgate parcial de aproximadamente R$ 23,1 milhões junto ao Digimais. A nova rodada completa o resgate do saldo remanescente, segundo a estatal.
O montante remanescente resgatado hoje foi de R$ 17.362.300,39, totalizando o resgate integral da aplicação financeira, conforme comunicado da empresa. A operação ocorreu antes da política de aplicações aprovada pela administração, em 19 de maio de 2026.
No balanço de 2025, a Cedae também reconheceu perda de R$ 222,75 milhões com aplicações no Banco Master, alvo da PF em apuração de fraudes. A estatal aponta que as operações seguem sob supervisão dos órgãos competentes.
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