- A Petrobras teve alta de 14% na produção de petróleo em maio, ante o mesmo mês de 2025.
- A ANP informou que a média diária de produção foi de 2 milhões e 620 mil barris em abril.
- O economista Miguel Daoud estimate que a venda da commodity a US$ 100 por tonel rendeu ao governo aproximadamente R$ 100 bilhões em arrecadação extra.
- Daoud afirmou que é positivo explorar o petróleo para trazer recursos ao país, mas mantém expectativas moderadas sobre o Brasil se tornar grande centro petrolífero.
- Ele ressaltou que existem programas dos Estados Unidos para explorar petróleo na Venezuela e reforçou que, a longo prazo, o Brasil precisa avançar na transição energética, mantendo pressão sobre reduzir o uso de fósseis nos próximos cinquenta anos.
O aumento de 14% na produção de petróleo pela Petrobras em maio, em comparação com 2025, anima o mercado. Segundo a ANP, a produção diária ficou em 2,62 milhões de barris em abril.
A elevação da venda da commodity ocorre num contexto de maior valor do petróleo, impulsionado pelo bloqueio ao estreito de Ormuz. O conteúdo informa que o período coincidiu com o preço próximo a US$ 100 por tonel, o que gerou expectativa de maior arrecadação.
O economista Miguel Daoud estimou que a venda da commodity nesse cenário renderia ao governo brasileiro uma arrecadação extra de cerca de R$ 100 bilhões. Ele ressaltou a importância de explorar o petróleo para financiar o país.
Apesar do otimismo, Daoud não espera que o Brasil se torne um dos principais centros petrolíferos globais. Existem programas estadunidenses para ampliar a exploração de petróleo na Venezuela, outra grande reserva mundial.
O especialista também reforçou que o crescimento da oferta de petróleo pode contrariar o objetivo de transição energética do Brasil. Segundo ele, nos próximos 50 anos o país não deverá prescindir totalmente do petróleo. Fonte: Conexão Record News.
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