- O ministro do Desenvolvimento, Márcio Elias Rosa, defendeu o cronograma de elevação das tarifas de importação para veículos elétricos e híbridos como estímulo à produção no Brasil.
- A elevação prevê 35% de tarifa para veículos elétricos montados e semidesmontados importados a partir de junho; para os desmontados, a tarifa sobe de 14% para 35% a partir de janeiro de 2027.
- Cotas para importação com tarifa zero ficam em US$ 463 milhões, valor igual ao vigente até janeiro deste ano, segundo o Gecex.
- Rosa afirmou que as decisões do governo visam estimular a economia e a instalação de montadoras no país.
- A indústria automotiva emprega cerca de 110 mil pessoas diretamente e representa quase 4% do PIB.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, defendeu o cronograma de elevação das tarifas de importação para veículos elétricos e híbridos como estímulo à produção no Brasil. Ele afirmou que decisões do governo visam a economia e a fortalecer o setor nacional.
Rosa destacou que veículos elétricos e híbridos já circulam no país e que há instrumentos para quem quiser montar, fabricar e produzir no Brasil. A mensagem foi compartilhada em entrevista ao Bom Dia, Ministro, da EBC.
O ministro comentou o cronograma vigente há três anos. Segundo ele, não há barreiras com o aumento das tarifas de 35% para importação de veículos eletrificados montados e semidesmontados a partir de junho. Já para os desmontados, a tarifa sobe de 14% para 35% em janeiro de 2027.
Cotas para importação com tarifa zero devem permanecer em US$ 463 milhões, valor mantido pelo Gecex. Rosa explicou que a medida acompanha a instalação de montadoras no Brasil para produzir localmente.
> O governo federal adotou essa decisão recentemente para favorecer consumidor e mercado, mantendo foco em atender diversos interesses, ressaltou o ministro Márcio Elias Rosa.
Ele enfatizou o papel da indústria automotiva no Brasil, que emprega cerca de 110 mil pessoas diretamente. A cadeia produtiva ligada ao setor representa quase 4% do PIB, conforme o ministro.
Entre na conversa da comunidade