- A energia elétrica subiu 2,04% em junho pelo IPCA-15, segundo o IBGE, sendo o principal impacto individual do índice no mês.
- O aumento computa 0,08 ponto percentual da taxa de 0,41% do IPCA-15 de junho, respondendo por cerca de 19,5% do total.
- O resultado reflete a vigência da bandeira tarifária amarela e reajustes em quatro locais pesquisados no país.
- A bandeira amarela acrescenta R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos; os reajustes foram: Belo Horizonte 5,21% (a partir de 28 de maio), Recife 3,86% (desde 29 de abril), Fortaleza 5,59% e Salvador 4,78% (ambos desde 22 de abril).
- O grupo Habitação subiu 0,72% (0,11 ponto percentual), enquanto Alimentação e bebidas avançou 0,74% (0,16 ponto percentual).
O preço da energia elétrica subiu 2,04% em junho no IPCA-15, divulgado pelo IBGE. A alta foi o principal impacto individual do índice, com influência de 0,08 ponto percentual na variação total de 0,41% do mês. O resultado representa 19,5% do IPCA-15 de junho.
Segundo o IBGE, o ganho é explicado pela vigência da bandeira tarifária amarela e por reajustes em quatro locais pesquisados no país. A bandeira amarela acrescenta R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
Reajustes regionais ocorreram em Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e Salvador, com vigência entre abril e maio. Belo Horizonte registrou alta de 5,21% a partir de 28 de maio; Recife, 3,86% desde 29 de abril; Fortaleza, 5,59%; Salvador, 4,78%, ambos desde 22 de abril.
A energia elétrica influenciou ainda o grupo habitação, que avançou 0,72% e contribuiu com 0,11 ponto percentual. O peso desse grupo foi menor apenas que alimentação e bebidas, que subiu 0,74% (0,16 ponto).
Além disso, o aumento de preços em junho elevou o custo de vida de itens domésticos e serviços, impactando o comportamento de gastos das famílias, conforme o IBGE. O novo patamar de variação está alinhado com a atual configuração de tarifas e reajustes regionais.
Entre na conversa da comunidade