- Picchetti afirmou que o cenário externo continua incerto, com dúvidas renovadas sobre a política comercial entre Brasil e Estados Unidos.
- O comentário foi feito durante a entrevista coletiva do Relatório de Política Monetária, divulgado nesta manhã.
- No âmbito doméstico, o BC sinaliza que o IBC-Br deve ter crescimento positivo no segundo semestre, ainda que haja alguma desaceleração.
- Paulo Picchetti é diretor de assuntos internacionais e interino de política econômica do Banco Central.
O cenário externo permanece incerto, com dúvidas renovadas sobre a política comercial entre Brasil e Estados Unidos. O comentário foi feito pelo diretor de assuntos internacionais e interino de política econômica do Banco Central, Paulo Picchetti, durante a coletiva de imprensa do Relatório de Política Monetária divulgado nesta manhã.
Picchetti destacou que a volatilidade internacional pode influenciar decisões de política econômica doméstica. Ele enfatizou a importância de monitorar sinais da relação comercial entre os dois países e as possíveis consequências para o Brasil.
Contexto externo e expectativa doméstica
A discussão também abordou a atividade doméstica, com o Banco Central apontando evolução favorável do IBC-Br no segundo semestre, ainda que com desaceleração esperada. O índice, que mede atividade econômica, é utilizado para acompanhar o impulso da economia brasileira ao longo do ano.
Segundo o relatório, o indicador aponta crescimento positivo no segundo semestre, porém com perspectivas de menor intensidade comparado a períodos anteriores. A comunicação reforça a necessidade de observação contínua dos sinais de demanda interna e da atuação monetária.
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