- Dyogo Oliveira defendeu esforço permanente do setor segurador para combater mudanças climáticas e criar capacidade de financiamento contínuo de projetos de sustentabilidade.
- Em evento em Londres organizado pela CNSeg e Anbima, ele afirmou que o setor atua em todas as fases da cadeia produtiva, desde a cobertura de riscos até como investidor institucional.
- O vice-presidente da Anbima, Cacá Takahashi, destacou o mercado de capitais como canal-chave para financiar a transição verde, com padrões claros e confiança dos investidores.
- O setor tem avançado na padronização, melhoria da transparência e práticas de mercados credíveis, com impactos já visíveis.
- Os mercados de capitais têm apoiado energia renovável, infraestrutura de saneamento, melhoria de serviços básicos, redes de logística e agricultura de baixo carbono.
O presidente da CNSeg, Dyogo Oliveira, destacou em Londres, durante um evento organizado pela CNSeg e Anbima, o esforço permanente do setor segurador no combate às mudanças climáticas. A intenção é manter uma atuação contínua e coordenada.
Ele defendeu a criação de uma ação conjunta que garanta financiamento estável para projetos de sustentabilidade, cobrindo desde riscos até investimentos institucionais. O objetivo é acelerar a transição verde.
Oliveira ressaltou que o setor atua em todas as fases da cadeia produtiva, envolvendo desde a proteção de riscos físicos até a atuação como investidor institucional. O espaço foi dedicado a discutir caminhos para financiar a sustentabilidade.
Papel do mercado de capitais
Cacá Takahashi, vice-presidente e coordenador da rede sustentabilidade da Anbima, apontou o papel estratégico do mercado de capitais. Segundo ele, é o canal para ampliar a escala de financiamento da transição verde, com padrões claros e confiança dos investidores.
Takahashi destacou que o setor já trabalha em padronizações, transparência e práticas de mercados críveis. O movimento visa facilitar o acesso a projetos com alto potencial de investimento.
Segundo o coordenador, os mercados de capitais já financiam energia renovável, infraestrutura de saneamento e melhoria de serviços básicos, além de redes logísticas e projetos de agricultura de baixo carbono. O repórter viajou a convite da CNseg.
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