- A diretora sênior de pesquisa da IDC, Nabila Popal, afirma que o reajuste de preço do iPhone é inevitável pela importância do modelo para as receitas da Apple.
- Popal disse à Bloomberg que a Apple apenas adiou o aumento, não o abandonou.
- Em vinte e cinco de junho, a Apple anunciou altas de preços globais para MacBooks Pro, MacBook Air, MacBook Neo e iPads, mas iPhones e AirPods ficaram fora da rodada inicial.
- As ações da Apple caíram seis vírgula um por cento, fechando a US$ 275, a maior queda diária desde abril de dois mil e vinte cinco.
- A IDC já previa um reajuste para o iPhone desde o fim do ano passado, como parte do cenário de custos de memória elevados.
O preço do iPhone tende a subir no futuro próximo, conforme aponta a IDC. A diretora sênior de pesquisa, Nabila Popal, afirma que a Apple ainda não reajustou os valores por ter apenas adiado a decisão.
Na prática, a IDC indica que o aumento é uma consequência dos custos crescentes de memória e da importância do iPhone para a receita da Apple. A analista trabalha com projeções que já consideravam esse movimento.
Em 25 de junho, a Apple anunciou reajustes globais para MacBooks Pro, MacBook Air, MacBook Neo e iPads. Os produtos citados ficaram mais caros no Brasil, mas os iPhones e os AirPods ficaram fora da rodada de aumentos.
Depois do anúncio, as ações da Apple recuaram 6,1%, encerrando perto de US$ 275. A queda representa a maior variação diária desde abril de 2025, segundo registros de mercado.
Tim Cook já havia sinalizado, anteriormente, que alta de preços era inevitável. A justificativa envolve o aumento dos custos de memória, impulsionado pela demanda por inteligência artificial.
A IDC havia comentado, no fim de 2023, que um reajuste do iPhone era provável diante da crise global de memória. A consultoria sustenta que o aumento era parte de um cenário já considerado para a linha de smartphones.
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