- O movimento em shoppings e comércio de rua cresceu 10% em maio, ante o mesmo mês de 2024, segundo o IPV.
- O IPV é o Índice de Performance do Varejo, desenvolvido pela HiPartners.
- Mesmo com o aumento de fluxo, o faturamento do varejo brasileiro caiu 6% no mesmo período.
- Dívidas e inflação pesam na decisão de compra dos consumidores.
- A leitura é de que mais pessoas passaram pelas lojas, mas evitaram gastar mais.
O movimento em lojas de shoppings e comércio de rua cresceu 10% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. A alta corresponde ao desempenho do varejo brasileiro nas redes de varejo física.
Apesar do aumento no fluxo de clientes, o varejo não acompanhou com faturamento. O Índice de Performance do Varejo (IPV), elaborado pela HiPartners, aponta uma queda de 6% no volume de vendas no período.
A análise destaca que a elevação de circulação ainda não se converteu em maior giro de caixa. Dívidas pendentes e inflação alta estão influenciando as decisões de compra dos consumidores, reduzindo o impulso para gastos mais elevados.
Dados do IPV ajudam a entender o choque entre tráfego e faturamento. O instituto ressalta que o cenário de poder de compra permanece pressionado, o que pressiona margens e estratégias de estoques das lojas.
A leitura geral é de que o fim de maio trouxe mais clientes nas lojas, mas o consumo permanece contido. Internamente, varejistas avaliam ações para manter a demanda estável diante do ambiente econômico, sem alterar o ritmo de atividades.
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