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Narcotráfico freia crescimento da economia brasileira, aponta Le Figaro

Le Figaro afirma que o narcotráfico freia o crescimento do Brasil, com custo anual de até R$ 1,5 trilhão e PCC faturando quase R$ 7 bilhões

Grafite com as letras “PCC” em um muro de São Paulo, em 31 de maio de 2026.
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  • Le Figaro afirma que o narcotráfico freia o crescimento do Brasil, citando dados do Instituto Igarapé de que o custo da criminalidade pode chegar a até R$ 1,5 trilhão por ano, equivalente a 12% a 14% do PIB.
  • O PCC tem faturamento anual estimado em quase R$ 7 bilhões, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
  • As organizações criminosas também geram custos diretos para moradores em territórios controlados, como comunidades do Rio de Janeiro, que passam a financiar atividades criminosas ao comprar produtos e serviços.
  • O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um plano de R$ 11 bilhões para sufocar financeiramente as organizações, mirando fluxos ilícitos e lavagem de dinheiro, com críticas de que é tardio e pode exigir mais regulamentação de apostas online, criptomoedas e fintechs.
  • Uma investigação de ano passado revelou que lucros do PCC no setor de biocombustíveis passaram por empresas financeiras digitais na região da Faria Lima, em São Paulo.

O jornal francês Le Figaro traz, em reportagem publicada nesta segunda-feira, uma análise sobre o impacto do crime organizado no Brasil. A correspondente no Rio de Janeiro, Eléonore Hughes, afirma que o narcotráfico freia o crescimento econômico do país e faz parte da paisagem econômica de regiões inteiras, segundo a matéria.

De acordo com dados citados pelo veículo, grupos envolvendo narcotraficantes reduzem receitas do Estado e prejudicam o orçamento familiar. O texto usa dados do Instituto Igarapé para estimar que o custo anual da criminalidade e da economia ilícita no Brasil pode chegar a até R$ 1,5 trilhão, entre 12% e 14% do PIB.

O texto ressalta que o PCC, recentemente classificado como terrorista pelos Estados Unidos, teria faturamento anual próximo de R$ 7 bilhões, conforme o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Além disso, afirma que facções operam em territórios controlados por milícias, cobrando tributos e fornecendo serviços aos moradores.

Contexto Econômico

A matéria destaca um plano do governo federal para enfraquecer financeiramente as organizações criminosas. O governo Lula anunciou um pacote de R$ 11 bilhões para combater fluxos ilícitos e lavagem de dinheiro, com foco em operações de fiscalização e controle financeiro.

Le Figaro sugere que a política deveria avanjar na regulação de plataformas de apostas online, criptomoedas e fintechs. A publicação cita ainda um relatório de investigação que, no ano anterior, apontou lucros do PCC no setor de biocombustíveis por meio de empresas digitais instaladas na região da Faria Lima, em São Paulo.

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Narcotráfico freia crescimento da economia brasileira, aponta Le Figaro

Le Figaro: narcotráfico freia o crescimento brasileiro; custo anual até R$ 1,5 trilhão e PCC rende quase R$ 7 bilhões

Grafite com as letras “PCC” em um muro de São Paulo, em 31 de maio de 2026.
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  • Le Figaro, com a correspondente Eléonore Hughes, afirma que o narcotráfico no Brasil freia o crescimento econômico do país como um todo.
  • O custo da criminalidade e das economias ilícitas pode chegar a até R$ 1,5 trilhão por ano, equivalendo a 12% a 14% do PIB, segundo o Instituto Igarapé.
  • O Primeiro Comando da Capital (PCC) tem faturamento anual estimado em quase R$ 7 bilhões, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
  • No Rio de Janeiro, comunidades sob domínio de traficantes e milícias fazem moradores financiarem as atividades comprando produtos e serviços dessas organizações.
  • O governo lançou um plano de R$ 11 bilhões para asfixiar financeiramente as organizações criminosas; o jornal sugere fortalecer a regulamentação de apostas online, criptomoedas e fintechs, citando uma investigação sobre lucros do PCC no setor de biocombustíveis via instituições financeiras digitais na região da Faria Lima.

O jornal francês Le Figaro publicou nesta segunda-feira, 29 de maio de 2026, uma reportagem sobre o crime organizado no Brasil. O texto afirma que o narcotráfico freia o crescimento econômico do país e que o problema já faz parte da paisagem, tão presente quanto as praias do Rio de Janeiro. A correspondente é Eléonore Hughes.

Segundo a matéria, em todo o Brasil, grupos de narcotraficantes atuam como freio ao crescimento, afetando receitas do Estado e o orçamento das famílias. Dados do Instituto Igarapé apontam que o custo anual da criminalidade e das economias ilícitas pode chegar a até R$ 1,5 trilhão, entre 12% e 14% do PIB.

O jornal destaca ainda que o PCC, recentemente classificado como grupo de terrorists pelo governo dos EUA, tem faturamento anual estimado em quase R$ 7 bilhões, conforme o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O texto cita impactos diretos para populações em territórios controlados por facções e milícias.

Plano para asfixiar narcotráfico

A reportagem lembra a divulgação de um plano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com aporte de R$ 11 bilhões, para dificultar fluxos ilícitos e a lavagem de dinheiro. A publicação observa que a estratégia pode precisar de reforços na regulamentação de plataformas de apostas online, criptomoedas e fintechs.

A matéria cita ainda uma investigação conjunta, realizada no ano passado por polícia, Receita Federal e Ministério Público, que revelou lucros do PCC no setor de biocombustíveis. Segundo o texto, recursos teriam passado por empresas financeiras digitais instaladas na região da Faria Lima, em São Paulo.

A reportagem ressalta que o impacto econômico do crime organizado é sentido em diversas áreas, incluindo receitas públicas, preços de consumo e investimentos. A análise utiliza dados de fontes oficiais e institutos de pesquisa para sustentar a avaliação sobre o peso do narcotráfico na economia brasileira.

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