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Construtora cobra R$ 3 milhões de Kauan, dupla de Matheus, na Justiça

Construtora cobra R$ 3.040.000,00 de Kauan e da esposa após rescisão de obra de mais de R$ 15 milhões; casal contesta dívida e teve pedido de suspensão negado pela Justiça

Construtora cobra R$ 3 milhões de Kauan, dupla de Matheus, na Justiça
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  • A MAPA Construtora cobra uma multa de R$ 3.040.000,00 no processo movido contra Kauan e sua esposa Sarah Carolina Ferreira Biancolini, em Barueri, desde abril.
  • A empresa afirma que houve inadimplência de pagamentos após contrato superior a R$ 15 milhões para a construção de um imóvel residencial.
  • A defesa sustenta que a execução da cobrança deve ser extinta e acusa a construtora de apresentar versão editada dos fatos, alegando contranotificação e culpa da MAPA pela rescisão.
  • Keian e Sarah afirmam divergências sobre os valores pagos durante a obra, dizendo que a multa não pode ser cobrada sem definição de responsabilidade pela rescisão e de eventual inadimplemento.
  • O pedido de suspensão da ação foi negado pela juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de Barueri, e o caso deve prosseguir com a contestação da MAPA.

A MAPA Construtora e Incorporadora acionou o cantor Kauan e a esposa, Sarah Carolina Ferreira Biancolini, na Justiça de Barueri. A ação, apresentada em abril deste ano, cobra mais de R$ 3 milhões por uma rescisão contratual relacionada a uma obra residencial de valor superior a R$ 15 milhões.

Segundo a construtora, Kauan e Sarah teriam ficado inadimplentes com os pagamentos previstos no contrato, mesmo após notificações para regularização. A empresa afirma que a rescisão ocorreu por culpa do casal e que, por isso, cabe o pagamento da cláusula penal fixada em exatos R$ 3.040.000,00.

Como defesa, o casal alega que a cobrança deve ser extinta. Eles afirmam ter contranotificado a empresa após as cobranças e apontam que houve divergências quanto aos valores pagos durante a execução da obra, incluindo a definição de quem causou a rescisão e se houve inadimplemento.

Status do processo

Kauan e Sarah requereram a suspensão da ação até o julgamento da exceção apresentada. A 2ª Vara Cível da Comarca de Barueri negou o pedido de paralisação.

A MAPA Construtora rebateu os argumentos apresentados pela dupla e pediu que o processo prossiga, mantendo a cobrança da cláusula penal prevista no contrato. A defesa do casal sustenta que mudanças de valores ocorridas ao longo da obra precisam ser esclarecidas antes de qualquer cobrança adicional.

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