- O governo brasileiro informou aos Estados Unidos que o Pix não é negociável, afirmando que é uma infraestrutura pública de acesso aberto, em resposta ao novo tarifaço.
- O Itamaraty encaminhou a resposta ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos e enfatizou que medidas comerciais não podem ser impostas apenas por discordância política entre países.
- O Brasil alertou que as novas tarifas podem ter efeito oposto ao pretendido pelos americanos; no primeiro tarifaço, café, carne e outros alimentos ficaram mais caros.
- Nesta quinta-feira (2), o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias, apresentou plano para reforçar o controle sobre desmatamento e combate ao crime organizado, mantendo a disposição de negociar.
- O ministro destacou que questões ideológicas, eleitoreiras ou pessoalmente oportunistas não devem entrar nas negociações de economia e comércio bilateral.
O Brasil reafirmou que o Pix não é objeto de negociação em resposta aos EUA sobre tarifas. A resposta foi encaminhada pelo Itamaraty ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. A diplomacia brasileira lembrou que o Pix é uma infraestrutura pública de acesso aberto.
O governo alertou que as novas tarifas podem ter efeito contrário ao desejado pelos norte-americanos, citando o impacto do primeiro tarifaço sobre itens como café e carne. O Brasil enfatizou que não aceita impor medidas comerciais apenas por discordâncias políticas de outro país.
Nesta quinta-feira (2), o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias, apresentou um plano para reforçar o controle sobre temas questionados pelos EUA, como desmatamento e combate ao crime organizado. Ele reiterou a disposição de negociar, desde que não haja questões ideológicas ou oportunistas na mesa.
Marco da negociação e próximos passos
O ministro destacou que não cabem temas ideológicos na mesa de comércio bilateral e que o objetivo é manter o diálogo técnico. O Brasil sinalizou abertura para tratar desmatamento e cooperação, buscando evitar novas tarifas e preservar a relação comercial com os EUA.
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