- Ibovespa encerrou em 174.070,27 pontos, alta de 0,74%, atingindo o maior fechamento em cerca de um mês.
- O giro financeiro somou R$ 12,6 bilhões, bem abaixo da média, refletindo a liquidez fraca com Wall Street fechado.
- O dólar caiu para R$ 5,168, queda de 0,76%, devido ao ambiente favorável a ativos emergentes e à看a redução de apostas de aperto monetário nos EUA.
- Dados da produção industrial de maio mostraram queda de 0,2% frente a abril, fortalecendo a expectativa de corte da Selic na reunião de agosto.
- O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, sinalizou possível intervenção do Tesouro no mercado de títulos públicos, ajudando a pressão de baixa nos juros e a bolsa.
O Ibovespa encerrou o pregão acima de 174 mil pontos pela primeira vez em um mês, impulsionado pela leitura fraca da indústria em maio e pela aposta de que a Selic poderá recuar na reunião de agosto. O dólar caiu e voltou a ficar próximo de R$ 5,16, com liquidez reduzida por feriado nos EUA.
A Bolsa manteve o ritmo de alta após o IBGE divulgar que a produção industrial caiu 0,2% em maio ante abril, menor do que o esperado pelo mercado. O recuo reforçou a visão de desaceleração da atividade e alimentou expectativas de flexibilização monetária no Copom.
Ibovespa fechou em alta de 0,74%, aos 174.070,27 pontos, com ganho semanal de 0,45% e ganho anual de 8,03%. O giro financeiro ficou em R$ 12,6 bilhões, abaixo da média, refletindo a ausência de sessões em Wall Street.
Desdroçam no câmbio
O real avançou frente ao dólar, que recuou para o entorno de R$ 5,16, anteza de 0,76%. A queda do dólar esteve associada ao apetite por ativos emergentes e aos dados fracos do mercado de trabalho dos EUA divulgados recentemente.
O dólar acumula baixa anual de 5,83% frente ao real, ajudando o ambiente de risco para ativos locais. No exterior, o índice DXY permaneceu estável, com expectativa voltada a próximos indicadores de inflação nos EUA.
Liquidez e negociações
O feriado de 4 de julho nos EUA reduziu o volume de negociações e limitou tendências mais firmes no mercado. No Brasil, Rogério Ceron, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, mencionou a possibilidade de novas intervenções do Tesouro no mercado de títulos públicos, o que atuou para baixo nos juros futuros e sobre a bolsa.
Com informações da Reuters.
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