- O custo de fabricação do PlayStation 6 estaria em torno de US$ 960 por unidade, o que ≈ R$ 4.900, antes de custos de desenvolvimento, logística e marketing.
- Com a crise de memória, o preço final ao consumidor pode superar US$ 1.000 (mais de R$ 5.000).
- O CEO da Sony Interactive Entertainment, Hideaki Nishino, diz que vender hardware abaixo do custo não é mais viável e que reajustes já ocorreram fora do Japão.
- A escassez de memória, apelidada de “RAMmageddon”, já impacta também a geração atual, levando a aumentos de preços do PlayStation 5.
- Relatórios indicam possível adiamento do lançamento do PS6 de 2027 para 2029, para aguardar normalização do mercado de componentes.
O PlayStation 6 pode se tornar o console mais caro já lançado pela Sony, segundo relatório obtido pelo insider KeplerL2. O custo de fabricação por unidade seria de cerca de US$ 960, antes de desenvolvimento, logística e marketing. O preço final pode superar US$ 1.000.
Em sessão com investidores, Hideaki Nishino, CEO da Sony Interactive Entertainment, disse que vender hardware abaixo do custo não é mais viável. A empresa monitora o mercado para manter o valor percebido pelos consumidores e evitar perdas significativas.
A crise de memória, apelidada de RAMmageddon, pressiona componentes e custos. Em março, a Sony elevou o preço do PS5, citando dificuldades globais. A Microsoft também anunciou aumentos no Xbox, devido ao aumento de armazenamento e memória.
Segundo relatórios, a Sony pode adiar o PS6 de 2027 para 2029, esperando estabilização do mercado de componentes. A situação afeta toda a indústria de consoles, com altas continuadas de custos e incertezas sobre o preço ao consumidor.
No contexto brasileiro, o preço de referência de jogos e consoles já aponta para uma tendência de elevação. GTA 6 chegou a 449,90 reais no Brasil, e o Nintendo Switch 2 levou Mario Kart World a 80 dólares nos EUA, sinalizando novo patamar de preços.
A discussão sobre acessibilidade de entretenimento aumenta diante da possibilidade de o PS6 custar mais de mil dólares. Analistas ressaltam que o equilíbrio entre custo de produção e preço ao consumidor será determinante para o ritmo de lançamentos.
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