- A cantora gospel Isabela Cristi Gomes Barros, de 32 anos, é investigada pela Polícia Civil de Minas Gerais por suspeitas de golpes digitais e estelionato em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, ligados a um suposto esquema de pirâmide.
- Ela e o marido, David Robson de Barros, se apresentavam como proprietários de uma empresa de investimentos que prometia retorno de 100% sobre o valor aplicado em apenas quarenta dias, o que teria lesado cerca de três centenas de pessoas.
- As vítimas chegaram a receber rendimentos iniciais, fizeram novos aportes e investimentos maiores; porém, os pagamentos teriam parado em meados de 2021.
- Em maio de 2022, o casal foi preso em Lagoa Santa; Isabela teve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, o marido recebeu o mesmo benefício em agosto de 2022, mantendo-se monitorado até junho de 2023.
- A tornozeleira voltou a ser usada entre julho e novembro de 2025, quando a Justiça determinou a retirada do equipamento; a polícia orienta que vítimas apresentem documentos e conversas para colaborar com as investigações.
A cantora gospel Isabela Cristi Gomes Barros, 32 anos, é alvo de apuração da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) por suspeita de golpes digitais em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, além de práticas de estelionato. A investigação aponta envolvimento da artista em um suposto esquema de pirâmide financeira.
Segundo apurações, Barros e o marido, David Robson de Barros, se apresentavam como proprietários de uma empresa de investimentos que prometia retorno de 100% sobre o valor aplicado em apenas 40 dias. Vítimas teriam registrado rendimentos iniciais, o que motivou novos aportes com valores maiores.
O esquema teria causado prejuízos a cerca de 300 pessoas. Em meados de 2021, os pagamentos deixaram de ser efetuados, comprometendo a continuidade dos ganhos prometidos.
Em maio de 2022, o casal foi preso em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte. Menos de um mês depois, Isabela recebeu prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, benefício estendido ao marido em agosto daquele ano.
A suspensão do monitoramento ocorreu em junho de 2023, quando a mulher voltou a ser presa. Entre junho e setembro de 2023, ela permaneceu detida, recebendo novamente autorização para prisão domiciliar. Entre julho e novembro de 2025, a Justiça determinou a retirada da tornozeleira.
A PCMG ressalta que possíveis vítimas devem buscar uma unidade da Polícia Civil para formalizar denúncias e colaborar com as investigações, apresentando documentos, comprovantes, conversas e demais materiais que ajudem na apuração.
A CNN Brasil solicitou contato com a defesa dos suspeitos; o espaço permanece aberto para manifestações.
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