Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Programas de crédito não prejudicam a política monetária, diz ministro

Ministro afirma que crédito governamental é direcionado e não atrapalha a política monetária, não impedindo corte de juros pelo Copom

Dario Durigan: ministro criticou as altas taxas de juros do Brasil. (Foto: Ton Molina/Bloomberg)
0:00
Carregando...
0:00
  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirma que programas de crédito não prejudicam a política monetária.
  • As medidas são direcionadas a setores específicos e não impediram um corte de juros pelo Banco Central na última reunião do Copom.
  • Novo programa de crédito e renegociação de dívidas foi criado para trabalhadores da economia informal.
  • Estudos do Ministério do Planejamento estimam quase dois milhões de empregos, mais 110,9 bilhões de reais em crescimento do PIB e 45,4 bilhões em receita tributária.
  • Durigan critica as altas taxas de juros, associando-as a entraves para investimentos privados e pressão sobre a dívida pública; inflação elevada é atribuída a choques externos e climáticos, não às medidas de crédito.

O ministro da Fazenda, Durigan, afirmou em entrevista ao G1 que as medidas de crédito adotadas pelo governo não prejudicam a política monetária. Segundo ele, as iniciativas são direcionadas a setores específicos e não teriam atrapalhado o corte de juros no Copom.

Durigan destacou que o governo divulgou um novo programa de crédito e renegociação de dívidas voltado à população da economia informal. Ele reiterou que as ações visam estimular o consumo e a formalização, sem comprometer a condução da política macroeconômica.

Estudos da secretaria executiva do Ministério do Planejamento apontam que as políticas de crédito têm potencial para nearly 2 milhões de empregos, acrescentar R$ 110,9 bilhões ao PIB e elevar a receita tributária em R$ 45,4 bilhões. Durigan citou as metas ao defender o desenho das iniciativas.

Um segundo estudo atribui à atual conjuntura externa e climática o aumento das expectativas de inflação desde março, afastando a responsabilidade das medidas de crédito. As análises foram publicadas pela secretaria executiva do Ministério do Planejamento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais