- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirma que programas de crédito não prejudicam a política monetária.
- As medidas são direcionadas a setores específicos e não impediram um corte de juros pelo Banco Central na última reunião do Copom.
- Novo programa de crédito e renegociação de dívidas foi criado para trabalhadores da economia informal.
- Estudos do Ministério do Planejamento estimam quase dois milhões de empregos, mais 110,9 bilhões de reais em crescimento do PIB e 45,4 bilhões em receita tributária.
- Durigan critica as altas taxas de juros, associando-as a entraves para investimentos privados e pressão sobre a dívida pública; inflação elevada é atribuída a choques externos e climáticos, não às medidas de crédito.
O ministro da Fazenda, Durigan, afirmou em entrevista ao G1 que as medidas de crédito adotadas pelo governo não prejudicam a política monetária. Segundo ele, as iniciativas são direcionadas a setores específicos e não teriam atrapalhado o corte de juros no Copom.
Durigan destacou que o governo divulgou um novo programa de crédito e renegociação de dívidas voltado à população da economia informal. Ele reiterou que as ações visam estimular o consumo e a formalização, sem comprometer a condução da política macroeconômica.
Estudos da secretaria executiva do Ministério do Planejamento apontam que as políticas de crédito têm potencial para nearly 2 milhões de empregos, acrescentar R$ 110,9 bilhões ao PIB e elevar a receita tributária em R$ 45,4 bilhões. Durigan citou as metas ao defender o desenho das iniciativas.
Um segundo estudo atribui à atual conjuntura externa e climática o aumento das expectativas de inflação desde março, afastando a responsabilidade das medidas de crédito. As análises foram publicadas pela secretaria executiva do Ministério do Planejamento.
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