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Pedágio acima de R$40 no Brasil: ranking das praças mais caras

Reajuste eleva o pedágio mais caro do Brasil para R$ 40,60 na Anchieta/Imigrantes; ranking mostra praças mais caras e divisão de tarifas depende de homologação

As rodovias que dão acesso ao litoral são as mais congestionadas; a Ecovias, que administra o sistema Anchieta-Imigrantes, colocou em prática a Operação Descida na terça-feira. Foto: José Patrício/AE
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  • Pedágio mais caro do Brasil, da parceria Anchieta/Imigrantes, teve reajuste de 4,9%, passando de R$ 38,70 para R$ 40,60; a cobrança ocorre apenas no sentido litoral.
  • A Ecovias e a Artesp planejam dividir a tarifa, cobrando R$ 20,30 em cada sentido; a implantação do sistema de pedágio eletrônico free flow estava prevista para 1º de julho, mas foi adiada.
  • Quando a cobrança nos dois sentidos entrar em operação, o pedágio de Cujubim (BR-364), em Rondônia, será o mais caro, com tarifa de R$ 37; a cobrança foi suspensa em janeiro e retomada em fevereiro após recurso.
  • Além de Cujubim, a praça de Pimenta Bueno (BR-364) aparece entre as mais caras, com tarifa de R$ 35,40; o trecho tem outra praça de R$ 10,20, totalizando R$ 45,60 nessas cobranças.
  • Rodovias da região Sudeste também aparecem entre as mais caras: Rodovia dos Lagos (RJ-124) tem R$ 18,40 em dias úteis e R$ 30,60 em finais de semana/feriados; Curitiba–Paranaguá (BR-277) cobra R$ 24 todos os dias; Juiz de Fora–Rio de Janeiro (BR-040/495) soma R$ 63 devido a três praças de R$ 21 cada.

Na última quarta-feira (1º), o pedágio mais caro do Brasil recebeu reajuste, chegando a R$ 40,60. A tarifa é aplicada no sistema Anchieta/Imigrantes, em trechos específicos, apenas no sentido litoral. O aumento foi anunciado pela Artesp em 23 de junho.

Para orientar o planejamento de viagens, o Jornal do Carro compilou as 10 praças mais caras para automóveis de dois eixos. Os valores variam conforme a praça, o trecho e o sentido da via.

Sistema Anchieta/Imigrantes (SP-150 e SP-160)

A principal ligação entre a Região Metropolitana de São Paulo e o litoral sul cobra R$ 40,60 em Riacho Grande (Anchieta) e Piratininga (Imigrantes). O sentido capital continua sem cobrança.

A Ecovias e a Artesp planejam dividir a tarifa, cobrando R$ 20,30 em cada sentido, com a implantação prevista para julho junto ao sistema free flow. A Ecovias adiou a implementação, citando fase de testes.

Cujubim (BR-364)

Pelo trecho de Rondônia, o pedágio deve passar a ser o mais caro assim que a divisão Anchieta/Imigrantes entrar em operação, com tarifa prevista de R$ 37. Em janeiro, a cobrança foi suspensa pela Justiça e retomou em fevereiro após recurso.

Pimenta Bueno (BR-364)

Na mesma rodovia, há outra praça com tarifa de R$ 35,40. O trecho ainda tem uma segunda praça que cobra R$ 10,20, totalizando R$ 45,60 em alguns percursos.

Rodovia dos Lagos (RJ-124)

No Rio de Janeiro, a Rodovia dos Lagos tem tarifa de R$ 18,40 em dias úteis e, aos finais de semana e feriados, sobe para R$ 30,60. A praça fica em Rio Bonito e representa uma das mais caras da Região Sudeste.

Curitiba–Paranaguá (BR-277)

O pedágio de São José dos Pinhais, na BR-277, cobra R$ 24 durante toda a semana, incluindo fins de semana e feriados. A tarifa está em vigor desde agosto de 2025.

Juiz de Fora–Rio de Janeiro (BR-040/495)

Três praças de pedágio na ligação MG-RJ cobram R$ 21 cada. O trajeto completo passa a custar R$ 63. O aumento ocorreu logo após a concessão da Elovias S.A. em novembro do ano passado.

Magé–Manilha (BR-493)

No Rio de Janeiro, a praça de Magé–Manilha cobra R$ 20,10 para automóveis. O reajuste ocorreu em março deste ano, junto às demais praças sob gestão da Ecovias Rio Minas.

Rodovia Ermênio de Oliveira Penteado/Santos Dumont (SP-075)

Interior paulista abriga duas praças, nos quilômetros 60 e 62, com tarifas de R$ 19,20. O reajuste entrou em vigor em 1º de julho, conforme autorização da Artesp em 23 de junho.

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