- Patrimônio dos investidores pessoa física no Tesouro Direto cresceu 47% no 1º trimestre de 2026 ante o mesmo período de 2025, chegando a R$ 221,2 bilhões.
- Número de investidores no Tesouro Direto subiu 13%, para 3,3 milhões; na renda fixa total houve 104,8 milhões de investidores, alta de 9%.
- No ETF, investidores pessoa física cresceram 35%, para 823,4 mil, e o patrimônio nesses produtos aumentou 72%, para R$ 31,1 bilhões; pessoas físicas já correspondem a mais de 25% do patrimônio total em ETFs na B3.
- Na renda variável, o patrimônio em custódia cresceu 25% e o número de investidores pessoa física em ações atingiu 5,6 milhões.
- Entre 2020 e 2025, a Região Norte teve crescimento de 83% no Tesouro Direto, e a Região Nordeste, de 85%, indicando expansão do acesso fora dos principais centros financeiros.
O patrimônio dos investidores pessoa física em Tesouro Direto, na B3, cresceu 47% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, totalizando R$ 221,2 bilhões. O bojo do levantamento foi divulgado pela bolsa.
A base de investidores também avançou, acompanhando a diversificação das carteiras. Na renda variável, o patrimônio em custódia cresceu 25%; na renda fixa, alta de 19%.
Expansão de investidores e peso dos ETFs
A base de investidores aumentou com a renda variável chegando a 5,6 milhões, alta anual de 6%. No Tesouro Direto, o número de investidores foi de 3,3 milhões, alta de 13%. A renda fixa soma 104,8 milhões de investidores, crescimento de 9%.
Os ETFs registraram um dos maiores avanços, com 823,4 mil investidores pessoa física, expansão de 35% em um ano. O patrimônio nesses produtos subiu 72%, para R$ 31,1 bilhões, representando mais de 25% do total em ETFs na B3.
Perspectivas e alcance regional
A avaliação aponta consolidação internacional de ETFs e crescimento de investidores em todo o país. Entre 2020 e 2025, Tesouro Direto teve robusta expansão de acesso: 83% na Região Norte, 85% na Região Nordeste.
No mercado de ações, a B3 contabilizou 4 milhões de investidores pessoa física, com patrimônio de R$ 435,6 bilhões, alta de 19% frente ao 1º trimestre de 2025. Fundos listados reuniram 3,3 milhões de investidores e R$ 204 bilhões em custódia, alta de 31%.
O saldo mediano no Tesouro Direto subiu de cerca de R$ 2 mil para R$ 2,8 mil, avanço de 37% em um ano. Títulos atrelados à Selic e IPCA+ respondem por mais de 70% do estoque em custódia.
Novidade de produtos
Em maio, a STN e a B3 lançaram o Tesouro Reserva, título com aplicação mínima de R$ 1 e negociação disponível todos os dias da semana. O objetivo é ampliar acessibilidade e liquidez para investidores pessoas físicas.
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