- Luciana Sagioro é a primeira brasileira a integrar a Ópera de Paris, com um contrato vitalício até os 42 anos.
- Atualmente, ela se destaca no espetáculo Mayerling, apresentado no Palácio Garnier.
- A bailarina começou sua trajetória no balé aos três anos em Juiz de Fora, Minas Gerais, e se mudou para o Rio de Janeiro aos oito anos para estudar na Petite Danse.
- Luciana participou de competições internacionais, como o Youth America Grand Prix (YAGP) e o Prix de Lausanne, onde conquistou o terceiro lugar.
- Além de Mayerling, ela se prepara para as apresentações de Paquita e A Bela Adormecida no final do ano.
Luciana Sagioro, a primeira brasileira na Ópera de Paris, brilha em Mayerling
Luciana Sagioro, de apenas 18 anos, é a primeira brasileira a integrar a Ópera de Paris, onde possui um contrato vitalício até os 42 anos. Atualmente, ela se destaca no espetáculo Mayerling, apresentado no icônico Palácio Garnier. Com uma rotina intensa, Luciana inicia suas aulas às 9h e encerra suas atividades no palco às 23h, dedicando-se completamente ao balé.
O espetáculo Mayerling é descrito por Luciana como “cheio de paixão e um pouco pesado”, com uma carga emocional intensa. Além de Mayerling, a bailarina também se prepara para as apresentações de Paquita e o clássico A Bela Adormecida no final do ano. Desde que se juntou ao corpo de baile, há um ano, ela já teve a oportunidade de atuar como solista e sonha em subir de cargo, que é determinado por um concurso interno.
A trajetória de Luciana no balé começou cedo, aos três anos, em Juiz de Fora, Minas Gerais. Inicialmente, dançava por prazer, mas aos oito anos decidiu que queria seguir a carreira profissional. Com o apoio dos pais, ela se mudou para o Rio de Janeiro para estudar na Petite Danse, onde sua evolução foi significativa. Participou de competições internacionais, como o YAGP, onde ficou entre as 12 melhores do mundo, e o Prix de Lausanne, onde conquistou o terceiro lugar e foi eleita a melhor bailarina pelo público.
Após o Prix de Lausanne, Luciana recebeu diversas propostas de instituições renomadas, optando pela Ópera de Paris. “Não foi fácil chegar até aqui”, afirma, ressaltando os sacrifícios feitos, incluindo a distância da família. A bailarina destaca que a emoção é o que define uma boa performance, e não apenas a técnica. Para ela, “o mais importante é a emoção que a bailarina consegue transmitir”.
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